PARIS: NA CARREIRA

20/02/2017
Por rodovia, Karlsruhe, na Alemanha, dista 553 quilômetros de Paris. Pelo TGV, o trem de alta velocidade, o viajante leva duas horas e meia entre as duas cidades. Na rota Munique/Stuttgart/Karlsruhe - Paris esse trem chega a alcançar os 320 quilômetros por hora.
Às 10 horas da segunda-feira (20), estávamos chegando à Gare de l'Est, em Paris, onde Marc e Nícia, amigos de Elba, esperavam por nós. Marc é parisiense, fala português com fluência e sua esposa Nícia é cearense, tendo se dedicado por muito tempo ao comércio de perfumes na capital francesa.
Os dois estavam a postos para nos conduzir por um "tour de Paris".
Pontos turísticos vistos en passant
Praça da Concórdia, Avenue des Champs-Élysées, Louvre, Arco do Trunfo, Praça da Bastilha, Bois de Boulogne, Hôtel des Invalides, L'Opéra de Paris e o Rio Sena.
Pontos turísticos visitados:
Torre Eiffel, onde subimos ao segundo andar para ter uma vista panorâmica da cidade e tirar fotos (embora isto não nos dispensasse de irmos ao Trocadero para novas fotografias com a Torre Eiffel ao fundo).
Elba e Mirna. No Trocadero, a melhor vista da Torre
A Torre Eiffel (em francês: Tour Eiffel) é uma torre de treliça de ferro, do século XIX, localizada no Champ de Mars, em Paris, que se tornou um ícone mundial da França e uma das estruturas mais reconhecidas no mundo. A Torre Eiffel, que é o edifício mais alto de Paris, é o monumento pago mais visitado do mundo. Milhões de pessoas sobem à torre cada ano. Nomeada em homenagem a seu projetista, o engenheiro Gustave Eiffel, foi construída como o arco de entrada da Exposição Universal de 1889. A torre possui 324 metros de altura e fica cerca de 15 centímetros maior no verão, devido à dilatação do ferro.
Catedral de Notre-Dame
Nícia, Marc, eu (Paulo) e Elba. Conversas na Catedral
A Catedral de Notre-Dame de Paris é uma das mais antigas catedrais francesas em estilo gótico. Iniciada sua construção no ano de 1163, é dedicada a Maria, Mãe de Jesus Cristo (daí o nome Notre-Dame – Nossa Senhora), e situa-se na pequena ilha Île de la Cité, rodeada pelas águas do Rio Sena. Durante o espírito do romantismo, Victor Hugo escreveu, em 1831, o romance “Notre-Dame de Paris”, O Corcunda de Notre-Dame. Situando os acontecimentos na catedral durante a Idade Média, a história fala de Quasímodo que se apaixona por uma cigana de nome Esmeralda. Esta ilustração romântica do monumento abriu portas a uma nova vontade de conhecimento da arquitetura do passado e, principalmente, da Catedral de Notre-Dame de Paris.
Almoçamos no "Le Procope", no Quartier Latin. Fundado em 1684, é o mais antigo restaurante de Paris. A comida é boa e os preços são justos. O mais interessante é o acervo de antiguidades que ele apresenta, o que faz do restaurante um pequeno museu. Vi nele a mesa de trabalho de François Marie Arouet e já posso morrer em paz. Sou fã de carteirinha de Voltaire.
Nas andanças pelo Quartier Latin, Marc me mostrou também a rua mais estreita de Paris.
Já era noite quando entramos em uma loja de perfumes. Orientadas por Nícia. Elba e Mirna se puseram a escolher fragrâncias. Enquanto isso, orientado por mim mesmo, tratei de procurar uma poltrona, cadeira ou coisa parecida na loja, em que eu pudesse descansar o "meu corpo, minha embalagem, todo gasto na viagem". Só havia uma cadeira, em frente a um espelho, que era usada em atividades de maquiagem. Mas bem que serviu para que eu tirasse uma pestana.
Jantamos e dormimos no apartamento de nossos amigos e, pela manhã, tivemos um sério problema com o táxi - que não veio nos buscar. Não queríamos ter incomodado Marc, mas não havia outra solução para, de um subúrbio distante de Paris, chegarmos a Gare de l'Est em tempo de pegar o TGV para Karlsruhe.
Quanto ao passeio de bateau-mouche no Sena, este fica para outra oportunidade. Como outras pendências minhas com Paris, também.

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