BRANCA BILHAR

Branca Lopes de Alcântara Bilhar nasceu no Crato-CE, filha de Joaquim Lopes de Alcântara Bilhar e de Cândida de Alcântara Bilhar. Há divergências sobre a data do seu nascimento (28/11/1886, segundo J Flavio P Vieira, em comentário enviado a Nirez).
Depois da morte do pai, Branca foi morar com as tias Ana e Epifânia, transferindo-se com elas para o Rio de Janeiro (1911), onde fez sua formaçào musical.
Era sobrinha do violonista Satyro Bilhar, um conhecido personagem da boemia carioca do começo do século XX. Dado o cenário do momento, Branca teve contato com diversos grandes nomes da música brasileira da época.
Estudou piano e, por duas vezes, obteve medalha de ouro no Instituto Nacional de Música. Também ministrava aulas de música e consta que Eunice Katunda foi sua aluna.
Ela faleceu em 22/12/2028, no Rio de Janeiro.
Suas obras, majoritariamente compostas para piano, têm como características marcante um “sotaque” bem brasileiro. Há registros de que Branca Bilhar compôs ao menos 16 obras:
Alayde. Valsa de salão
Allegro de concerto
Ao violão
Bailado indígena. Peça característica
Dedicação. Valsa lenta
Ensaio de composição
Estudo de concerto
Improviso (1916)
No sertão,
Cateretê da noite (1927)
Os heroes de Copacabana. Hymno heroico (1922)
Perpetuum mobile
Primeira valsa
Recordação sertaneja
Reminiscência...
Serenata espanhola (1926)
Samba sertanejo. Peça característica VÍDEO

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