É que ele havia transformado uma pequena casa da rua Tabajaras (perto do Estoril), na Praia de Iracema, em seu bar/restaurante. Com varanda, corredor, outras dependências e um quintal, de modo que "O Raimundinho" contava com vários ambientes.
Sem ostentação, aliás, tudo muito modesto.
No quintal, certa vez um gato da vizinhança saltou do muro para a mesa em que eu estava. De onde subtraiu uma bela posta de peixe, que eu nem tinha começado a "traçar". E que foi prontamente reposta (por outra posta, claro).
Foi lá onde eu conheci pessoalmente o violonista Vilamar Damasceno, autor de "Meu lamento", "Continua meu lamento" e "Jezebel" (entre outros sucessos musicais), e o destacado boêmio Claudio Marinho.
Adiante, Raimundinho transferiu o bar para a Praia do Futuro, instalando-o no local em que anteriormente funcionou o "Chez Pierre".
Alguém tem notícia do Raimundinho do Violão?
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Trechos
"Meu lamento"
(Vilamar, 1964)
E só a ti
Que não sabes mentir
É que pergunto
Não deixes que o vento responda
Traduza errado
Foi lá onde eu conheci pessoalmente o violonista Vilamar Damasceno, autor de "Meu lamento", "Continua meu lamento" e "Jezebel" (entre outros sucessos musicais), e o destacado boêmio Claudio Marinho.
Adiante, Raimundinho transferiu o bar para a Praia do Futuro, instalando-o no local em que anteriormente funcionou o "Chez Pierre".
Alguém tem notícia do Raimundinho do Violão?
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Trechos
"Meu lamento"
(Vilamar, 1964)
E só a ti
Que não sabes mentir
É que pergunto
Não deixes que o vento responda
Traduza errado
Tudo o que sinto. (mp3)
"Continua meu lamento"
(Vilamar, 1968)
Já perguntei ao mar
Já desmenti ao vento
E nos acordes do meu violão
Continua o meu lamento. (mp3)
Um comentário:
Muito bom resgatar nossa história boêmia. Parabéns!!!
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