MEMÓRIA - USINA CEARÁ (5)

O Usina Ceará também fazia as vezes de clube social para os funcionários da fábrica Siqueira Gurgel. Em suas dependências, aconteciam festas e reuniões de congraçamento e, obviamente, as comemorações dos títulos esportivos conquistados por seus atletas.
Quando adolescente, brinquei num dos bailes de Carnaval que o clube anualmente promovia para o público infanto-juvenil.
Esta fotografia, que faz parte do acervo de Edmar Gurgel, foi tirada no decorrer de uma festa de São João, na quadra do Usina Ceará:
Ano: 1957. "Noivos": Edmar e Glafira. Almir Gurgel (atrás)
Dissertação
Ex-jogador do Usina Ceará, tio Edmar foi uma das pessoas entrevistadas pelo historiador Pedro Paulo Martins. O entrevistador prepara uma dissertação de mestrado pela UFC, cujo tema central é o time fabril.

O MÚSICO CEARENSE SÁTIRO BILHAR

por PAULO GURGEL
"Onde o senhor estudou?"
(Pergunta num workshop na França.)
"Na Universidade de Cascadura."
Nova pergunta: "E quem foram seus mestres?"
Silêncio. Responde sério:
"Pixinguinha, Donga, Sátiro Bilhar."

– Villa-Lobos
Sátiro Lopes de Alcântara Bilhar
 04/04/1862, Crato, CE
 23/10/1926 Rio de Janeiro, RJ
Funcionário da Estrada de Ferro Central do Brasil, onde foi telegrafista. Sátiro Bilhar (foto) era muito querido pelos colegas de trabalho. Boêmio inveterado, atribui-se a ele a seguinte frase:
"No dia em que eu deixar de beber, tomo uma bebedeira de satisfação".
Tendo sido uma das figuras mais conhecidas e queridas no meio musical, Sátiro Bilhar pertenceu à geração de chorões antigos, ao lado de músicos como João Pernambuco, Catulo da Paixão Cearense, Heitor Villa-Lobos e Ernesto dos Santos, o Donga, entre outros. Embora não fosse um virtuose do violão, sua execução peculiar chamava mais a atenção do que o próprio repertório. O compositor Heitor Villa-Lobos dizia que não era o que ele tocava, mas como ele tocava que o fazia genial.
Diz-se que interpretava sempre as mesmas obras, imprimindo-lhes porém as mais diversas possibilidades de variação em sua execução. A esse respeito dizia o compositor Donga: "O Sátiro era um sujeito formidável. Ele tinha duas ou três composições, e só tocava aquilo".
Na verdade, Sátiro Bilhar deixou uma obra musical um pouco mais extensa. Cravo Albin, em seu "Dicionário da Música Popular Brasileira", e Jorge Mello, em seu artigo "Satyro Bilhar", relacionam as seguintes composições:

  • As ondas são anjos que dormem no mar (c/ Catulo da Paixão Cearense)
  • Estudos de harpa (para violão)
  • Gosto de ti porque gosto
  • O que vejo em teus olhos
  • Quem te fez tão bela e pura
  • Quero-te bem porque quero
  • Tira poeira
  • Tu és uma estrela

Sua polca "Tira poeira", gravada por Jacob do Bandolim, chegou aos chorões atuais e pode ser apreciada no acervo do YouTube.
Sátiro Bilhar participou da serenata organizada por Eduardo das Neves em homenagem a Santos Dumont, realizada em 7 de setembro de 1903. No final de dezembro de 2013, retribuindo uma homenagem, Sinhô executou e ofereceu ao amigo o tango "Está errado", que era um dos bordões do Bilhar.
O musicólogo Jorge Mello, em seu artigo para o Acervo Digital do Violão Brasileiro, observa que "o caráter pitoresco de sua vida e a histórias lendárias na vida social são bem mais lembradas do que as atividades de músico, além das dedicatórias de amigos compositores, que depois se tornariam gênios da música". Ernesto Nazareth, por exemplo, dedicou o choro "Tenebroso", editado pela primeira vez em 1913, ao "bom e velho amigo Satyro Bilhar". Villa-Lobos afirmou que o movimento "Fuga, da Bachiana nº 1 para Orquestra de Violoncelos" devia ser ser tocado "à maneira de Satyro Bilhar". E Catulo da Paixão Cearense dedicou-lhe a letra de sua composição "Perdoa", em parceria com Anacleto de Medeiros, e também o poema "Tu, Bilhar, boêmio eterno".
Sátiro era irmão de Ana Bilhar (que empresta o nome a uma das ruas em Fortaleza) e tio da pianista Branca Bilhar (1886–1928), autora do "Samba sertanejo". A sobrinha Branca , por duas vezes, foi agraciada com a medalha do Instituto Nacional de Música.
Alexandre Gonçalves Pinto escreveu em 1936: "O Bilhar era um chorão que tinha primazia entre outros chorões nos acordes, nas harmonias e no mecanismo da dedilhação com que manejava agradavelmente o seu violão" (apud Isabella Giordano).
Referências
CD duplo "Pixinguinha 100 Anos", projeto artístico de Hermínio Bello de Carvalho, 1997, Som Livre
Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira
Satyro Bilhar, por Jorge Carvalho de Mello, Acervo Digital do Violão Brasileiro
Sátiro Bilhar, violão boêmio, por Isabella Giordano, Samba na Rede
Vídeo "Tira poeira" c/ Jacob do Bandolim, Gravação RCA Victor, de 13 de janeiro de 1956, lançada em março seguinte no 78 rpm 80-1565-A, matriz BE6VB-0941. Disponível no YouTube
Vídeo "Samba sertanejo", gravado em 21 de agosto de 2014 pela pianista Monique Rasetti, no Museo Iconográfico del Quijote, em Guanajuato, México, Disponível no YouTube

LANÇAMENTO DE DOIS LIVROS DE DIOGO FONTENELLE: MIRAGENS E ENCANTARES

19 de janeiro, às 19:30 horas
Auditório da Associação Brasileira de Odontologia - Seção Ceará
Rua Gonçalves Ledo, 1630

Breve texto sobre a gestação dos dois livros.

NOTA DE FALECIMENTO: PROF. ANTERO COELHO NETO

 11/06/1931
 18/01/2016
Faleceu, na madrugada desta segunda-feira (18), o Prof. Antero Coelho Neto, médico geriatra e professor aposentado do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina da UFC. Antero Coelho tinha formação na área de transplante renal e foi um dos pioneiros na pesquisa nesta área na UFC.
O Prof. Antero atuou ainda como educador na criação e no planejamento de várias faculdades no Ceará e em outros estados. Foi planejador e Vice-Diretor da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (UnB) e Reitor da Universidade de Fortaleza (Unifor). Exerceu cargo de Superintendente do extinto INAMPS no Estado do Ceará, no período de 1982 a 1984, e viveu por 11 anos no exterior como membro da Organização Mundial da Saúde.
Segundo o Reitor da UFC, Prof. Henry Campos, o falecimento do Prof. Antero representa uma grande perda. "Extraordinária figura humana, médico e professor brilhante", disse.
Nos últimos anos, o médico atuava com destaque na área de promoção de saúde e qualidade de vida. Em 1999, ele criou e passou a apresentar um programa na Rádio AM do Povo, que foi levado para a Universitária FM. O programa Novas Dimensões, que continua sendo transmitido aos sábados, das 11h às 12h.
Fonte: Prof. João Macedo, Portal da UFC
Foto: Reprodução da que existe na página de Antero Coelho Neto, no Jornal da Poesia. Antero era membro da Academia Cearense de Medicina e da Sociedade Brasileira dos Médicos Escritores - Regional do Ceará, e tinha uma vasta obra publicada em livros, revistas e jornais sobre educação, saúde, gerontologia, política educacional e da saúde, participação comunitária, qualidade de vida e literatura.

A ROTA DO CAFÉ VERDE

Desfrutar do clima do Maciço de Baturité, caminhar por trilhas em meio a Mata Atlântica, conhecer as plantações de café, o processo de colheita, a torra e moagem dos grão e provar esta iguaria, além de visitar as fazendas e seus casarões antigos. Estes são alguns dos atrativos da Rota do Café Verde, projeto desenvolvido pelo Sebrae em parceria com empresários e gestores públicos dos municípios de Baturité, Mulungu, Guaramiranga e Pacoti que pretende promover a integração entre a produção cafeeira e a atividade turística, através de ações de promoção do destino, capacitação dos empresários e estruturação de um roteiro.
Sebrae apresenta Rota do Café a operadores de turismo e jornalistas
Principais pontos da rota
Baturité: Museu Ferroviário de Baturité (foto) e Mosteiro dos Jesuítas
Guaramiranga: Sítio Águas Finas, Chocoberry, Sítio Rio Negro e Fazenda Floresta
Mulungu: Pousada Le Rêve e Sítio São Roque
Pacoti: Sítio São Luís
Serviço
Venda nas lojas Chocoberry, de Fortaleza e Guaramiranga
Passeios de meio a um dia
Valores: entre R$ 40,00 a R$ 60,00 por pessoa.
As saídas acontecerão da cidade de Guaramiranga e os pacotes poderão ser comprados com pelo menos um dia de antecedência.
Ver também:
https://pt-br.facebook.com/cafeverdedoceara/
http://www.rodandopeloceara.com.br/2015/11/rota-do-cafe-verde-historias-e-aromas.html
http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2015/11/20/noticiasjornaleconomia,3537165/sebrae-lanca-rota-do-cafe-verde.shtml
http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/suplementos/tur/turismo-sustentavel-em-cena-no-macico-de-baturite-1.1420217

AVISO AOS NAVEGANTES PELO VIVER-SONHAR

Paulo,
Muito em breve, estarei lançando dois livros de Poesia. Você é um dos homenageados com o poema sobre o Frei Lauro, sim? Conto com sua presença de luz maior! O convite seguirá assim que tudo esteja firmado. Veja o seguinte texto, por favor!
AVISO AOS NAVEGANTES PELO VIVER-SONHAR
Desde o Lapidário do Lápis (1999), não publico livro em Poesia, o gênero que mais me seduz. Foram-se 16 anos voltados para a construção de uma trajetória acadêmica permeada por especialização, mestrado, e doutorado. Foram tempos de pesquisa pelo garimpar dos meandros da Odontologia a desaguar nos reinos da Saúde Pública e da Sociologia. Tempos que não calaram meu pacto de vida e morte – de sangue e sonho! – com a aprendizagem do Ser Pequeno Poeta.
Cabe confessar que eu não sou eu sem o tremeluzir do horizonte azul da Poesia. Esses 16 anos de aparente silêncio criativo, foram férteis de tecelagem poética, a vida acadêmica foi dedilhada entre o dialogar das Miragens e dos Encantares ao dobrar dos sinos do Milagre Poético. Ser Poeta ou mesmo o simples “Sonhar em Ser Poeta” que é o meu caso, é missão anterior a qualquer profissão.
Na dimensão profunda do Mais Além, plasmaram-se os livros Miragens (prêmio Osmundo Pontes de Literatura 2014 – Academia Cearense de Letras) e Encantares. Assim, venho avisar e apelar para em breve convocar a todos a ler meus (nossos!) livros. Refiro-me a todos que ainda acreditam que esse “Mundão de Meu Deus” possa ser salvo pelas asas da Poesia, pelo reflorir do sonho feito esperança.
Portanto, anuncio o nascimento dos citados livros a serem batizados (lançados) ao alvorecer do ano da graça de 2016. Muito em breve este anúncio vai virar convite, tal qual nos contos de fada em que o príncipe vira sapo e o sapo vira príncipe.
Poetar é dialogar, é ser cúmplice. Poesia sempre existirá, é coisa de Deus! Porém, sem leitor não existe livro de poesia. Leitor é também poeta. Nesse sentido, dependo de vocês que estão dispostos a ser Irmão de Sonho.
Diogo Fontenelle.
Aprendiz de Pequeno Poeta

CASAMENTO DE ÉRICO E ALINE




Ontem, dia 5, foi celebrado no Cartório Botelho o casamento civil de Érico de Macedo Gurgel e Aline Pessoa Viana.
Após a cerimônia, os recém-casados (foto) receberam os familiares para uma confraternização na Casa de Chá do Marina Park Hotel.
Érico e Aline viajam ainda hoje com destino a praias pernambucanas onde passarão uma temporada.

RÉVEILLON DE 2016 EM BATURITÉ

Andreas, Mirna, Elba e eu passamos a virada do ano em Baturité.
Nossa ida ao Maciço foi pela CE-060. Pouco mais de 100 quilômetros, que foram percorridos de automóvel em cerca de duas horas. No trecho de Pacatuba a Acarape, a estrada continua em obras de restauração e alargamento.
Almoçamos no "Tempero Caseiro", um restaurante que fica na Avenida 7 de Setembro, no centro de Baturité. Em seguida, nos dirigimos ao "Hotel Colonial", onde tínhamos suítes reservadas.
Ao entardecer, fizemos um passeio a pé pela cidade.
Casualmente, encontramos com Edson Gurgel e Ivana em uma das praças de Baturité. Sempre bem humorado, o tio exibe um corpo esguio para os seus 79 anos. Naquele dia, o casal estava recebendo pessoas da família para a virada do ano na casa que eles possuem em Baturité.
Nosso réveillon, que transcorreu no restaurante "Parque Rodeio", correspondeu às melhores expectativas. Do serviço de buffet à música ao vivo, esta última a cargo da banda Pedro Lemos. A propósito da festa, nossos encômios ao gerente Vavá e sua equipe.
Andreas e Mirna Heger, Paulo e Elba Gurgel, no réveillon.
Um garçom do Parque Rodeio nos fotografou
No dia seguinte, à tarde, voltamos para Fortaleza pela CE-065, a Rodovia Carlos Jereissati, que passa por Guaramiranga, Pacoti e Palmácia.
Em Guaramiranga, que estava repleta de turistas e com a rua principal bloqueada para veículos, demoramo-nos um pouco. Na Chocoberry, pedimos algumas informações sobre a "Rota do Café Verde", quiçá para realizarmos adiante esse passeio. E não paramos em Pacoti, Palmácia e Maranguape, municípios na rota de nosso regresso para Fortaleza.
Podemos observar que a paisagem serrana já começa a melhorar com algumas chuvas que caíram na região. Tomara que assim prossiga nos meses vindouros.
Marcava 16 horas quando paramos no Paulinho da Maraponga para matar a fome. Um garçom por lá nos deu notícia de José Wilson, primo de Elba, excelente cantor e que mora na vizinhança da churrascaria.
Duas horas depois, já estávamos todos postos no sossego do lar.

POR FALAR EM INFÂNCIA, NATAL E ANO-NOVO

Querido Amigo Paulo Gurgel do Coração Florido de Menino,
POR FALAR EM INFÂNCIA...
Por falar em verão de alegres azuis meio-dia, em dezembro risonho com cheiro de festa, em verde mar menino a acenar da minha janela entre bailados de golfinho, em Papai Noel a soprar cirandinhas da Infância tantas vezes revisitada em sonhares... Por falar em Infância, desejo Feliz Natal a todos nós que viramos "gente grande" sem perder a Poesia do Menino Jesus, sem perder a grandeza d’alma dos “miúdos”, como dizem os portugueses.
Diogo Fontenelle,
Aprendiz de Pastor da Infância

Nas redes da nossa Árvore de Natal gostaria de acolher todos os meus amigos. Feliz Natal e um Ano Novo de boas notícias, bons projetos e muita saúde!
Afranio e Beth

Guten Tag,
Wir freuen uns, Ihnen mitzuteilen, dass Andreas e Mirna Ihnen eine virtuelle Kisseo-Grußkarte geschickt hat.
Sie können die Karte ansehen, indem Sie auf den folgenden Link klicken:
Ihre Kisseo-Karte
Andreas e Mirna

Que as bençãos do Natal desçam sobre você e sua família, trazendo muita saúde, paz e realizações em 2016! Feliz Natal! Feliz Ano Novo! Abraços,
Auxiliadora Barroso

Desejo-lhe um novo ano com paz, alegria e saúde. Acho que está bom, né??? Abraços a você e sua família.
Celina Côrte

Feliz Ano Novo para você e seus familiares! Que 2016 seja de paz para humanidade! Abraço
Ana Rosemberg

Feliz Ano Novo, com muita saúde, paz e bênçãos de Deus para você e família. Um forte abraço.
Celi Pinto

Meus agradecimentos
– a Diogo Fontenelle (pela saudação poética) 
– a Afrânio e Beth (pela mensagem natalina)
– a Andreas e Mirna (pela mensagem natalina c/ cartão virtual)
– a Auxiliadora Barroso (pela mensagem natalina)
– a Meirinha e Denise (pela organização do almoço de Natal)
– a Márcia e Mêuris (pela organização do jantar de Natal)
– a JB Serra e Gurgel (pelo livro autoral NAS TERRAS DO SENHOR MEU PAI)
– a Maristane Macedo (pelo livro SMART, de Frédéric Martel)
– a Elba e Zaíra Macedo (por outros presentes)
– a Celina Côrte (pelos votos de Ano-novo)
– a Ana Rosemberg (pelos votos de Ano-novo)
– a Celi Pinto (pelos votos de Ano-novo)

CASAMENTO DE DIANA E JOÃO VICTOR

A cerimônia religiosa do casamento de Diana e João Victor, filha de Luciano Gurgel Carlos da Silva e Francisca Elsa Gurgel Cavalcante, e filho de Veridiano Pereira de Sales e Francisca Vânia de Freitas Sales, será celebrada hoje (26), às 20 horas, na Igreja da Paróquia Cristo Rei, em Fortaleza, Ceará.
Após a cerimônia, os convidados serão recepcionados no Teka's Buffet - Salão Prattes.
www.joaovictorediana.com
03/02/2016 - Atualizando a postagem pela inserção desta fotografia:

DOCUMENTÁRIO - HISTÓRIA DO FUTEBOL CEARENSE

Uma série de três programas da TV Assembleia Ceará que mostra A História do Futebol Cearense.
Parte 1
A chegada do futebol no Ceará, o surgimento dos primeiros times, os espaços e a criação de uma associação para organizar o futebol.
Parte 2
A inauguração do Estádio Presidente Vargas, os ídolos e a Era de Ouro do futebol cearense.

História do Usina Ceará: 13:28 - 13:55
Parte 3
Os tempos mais recentes do nosso futebol, a inauguração do Castelão, os ídolos do futebol cearense e sua relação com a torcida e a mídia esportiva.
Correspondência
Olá senhor Paulo Gurgel, bom dia!
Obrigado pelas indicações. Nesse meio tempo em que nos falamos consegui realizar algumas entrevistas. Entre elas, com o senhor Edmar Gurgel, que jogou no Usina Ceará.
Desde já, agradeço pelas intenções tão prestativas.
Muito obrigado!!!
Pedro Paulo Martins, pelo Gmail

MÉDICOS FORMADOS PELA UFC EM 1971 - OS OITO ENCONTROS DA TURMA

Anos e locais
1981 (10 anos) - Jantar dançante no Ideal Clube, em Fortaleza. Churrasco em um sítio.
1986 (15 anos) - Jantar no restaurante do Náutico Atlético Clube, em Fortaleza.
1991 (20 anos) - Coquetel (quinta-feira) na residência de Roberto e Sônia Lôbo, em Fortaleza. Fim de semana no Hotel Praia das Fontes, em Beberibe-CE.
1996 (25 anos) - Fim de semana (13 a 15 de dezembro) no Ytacaranha Hotel de Serra, em Meruoca-CE.
2001 (30 anos) - Jantar dançante (13 de dezembro, quinta-feira) no Alice's Buffet, na Cidade dos Funcionários, em Fortaleza. Almoço na casa do colega Nilo Dourado, na Praia das Fontes, em Beberibe-CE.
2011 (40 anos) - Fim de semana (11 a 13 de novembro) no Porto d'Aldeia Resort, em Sabiaguaba, Fortaleza.
2013 (42 anos) - Fim de semana (15 a 17 de novembro) no Hotel Dom Pedro Laguna, na Praia da Marambaia, Aquiraz-CE.
2015 (44 anos) - Fim de semana (13 a 15 de novembro) no Carnaubinha Praia Resort, em Luís Correia-PI.
Próximos encontros
2016 (45 anos) - em Fortaleza
2017 (46 anos) - em São Luís

LUBNOR GANHA O PRÊMIO AEDI DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

A Petrobras/Lubnor ganhou o Prêmio AEDI de Responsabilidade Social 2015, dia 25 de novembro, no auditório Waldyr Diogo, no térreo da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC). O Prêmio AEDI de Responsabilidade Social visa o reconhecimento de indústrias que contribuam para o alcance dos Objetivos do Milênio (ODM) estabelecidos pela ONU. O prêmio tem o apoio do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade e da FIEC. Além desse prêmio a Lubnor também conquistou o de destaque no 6º ODM - "Combater o HIV/Aids, a malária e outras doenças".
Dentre as dezesseis empresas que concorreram à premiação a Petrobras/Lubnor foi a empresa que obteve a maior pontuação. As empresas participantes foram: Aeris Energy; Aplha Metalúrgica; Amêndoas do Brasil; Biomátika; C. Rolim Engenharia; Cobap; Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP); Dias de Sousa Construções; Esmaltec; Gerdau; Isofarma; Nufarm; Petrobras-Lubnor; Romazi; Solar BR; Tintas Hidracor. Esta é a segunda vez que a Petrobras/Lubnor conquista a premiação. No ano de 2013, foi uma das vencedoras do Prêmio AEDI Responsabilidade Social no objetivo 3 "Igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres".
No centro da foto: Germano Gurgel com o troféu AEDI 2015
A seleção das empresas foi de acordo com as categorias de premiação, divididas em grupos temáticos dos ODM. O Júri foi composto pelo: SESI, FIEC, IFCE, Dialogus Consultoria em Responsabilidade social, Faculdade Mauricio de Nassau e o Orgão dos ODM. A entrega do Prêmio AEDI de Responsabilidade Social 2015 contou com a participação da consultora do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud/ONU) no Nordeste, Inalda Barros Béder.
Objetivos do Milênio:
1 Redução da Pobreza
2 Atingir o ensino básico universal
3 Igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres
4 Reduzir a mortalidade na infância
5 Melhorar a saúde materna
6 Combater o HIV/Aids, a malária e outras doenças
7 Garantir a sustentabilidade ambiental
8 Estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento
Arquivo
LUBNOR SEM ACIDENTES - 2009 e 2012 | UMA MUDANÇA NA LUBNOR

LANÇAMENTO DO LIVRO "FREI LAURO SCHWARTE"

CONVITE
A Paróquia Nossa Senhora das Dores e o Instituto Frei Lauro Schwarte para Ações Sociais, Culturais e Educacionais têm o prazer de convidar V.Sa. e família para a solenidade de lançamento do livro "FREI LAURO SCHWARTE: apóstolo da juventude do Otávio Bonfim", cuja renda será revertida para a Creche Nossa Senhora Medianeira, mantida pela Paróquia.
O livro, organizado pelo Prof. Ac. Marcelo Gurgel Carlos da Silva, com a colaboração de discípulos e admiradores do Frei Lauro, será apresentado pelo Prof. Ac. João Martins de Souza Torres, docente da faculdade de Medicina da UFC e membro titular da Academia Cearense de Medicina.
Data e hora: 5 de dezembro de 2015 (sábado), às 20h
Local: Centro de Formação Santa Clara, Igreja Nossa Senhora das Dores, Bairro Otávio Bonfim
O livro é uma edição comemorativa dos 80 anos de nascimento do Frei Lauro.
Poesia
FREI LAURO, O LUZEIRO JUVENIL, por Diogo Fontenelle

ESTATÍSTICAS SOBRE OS SOBRENOMES GURGEL E GOURGEL

Gurgel
O significado deste sobrenome é desconhecido. [1]
Aproximadamente 36.286 pessoas no mundo possuem este sobrenome que é o 14.539º mais comum no mundo.
No Brasil, onde é o 567º do rank nacional, o sobrenome é usado por 35.170 pessoas.
Seguem em incidência Estados Unidos (429), Alemanha (303), Turquia (140), França (86) e Portugal (65).

Gourgel
O significado deste sobrenome é desconhecido. [2]
Aproximadamente 22.884 pessoas no mundo possuem este sobrenome que é o 22.508º mais comum no mundo.
Em Angola, onde é o 93º do rank, o sobrenome é usado por 22.609 pessoas.
Seguem em incidência Portugal (194), Inglaterra (22), Estados Unidos (15), Holanda (13) e Espanha (12).
Fonte: http://forebears.io/surnames
Dados de 2014
N. do E.
[1] Ler: GURGEL - ESPECULAÇÕES SOBRE A ORIGEM DO SOBRENOME
[2] Aparente variante de Gurgel com 92% de similaridade fonética. Ler também: A FAMÍLIA GOURGEL

LUÍS CORREIA - 2ª. PARTE

14/11/2015
Acordei muito cedo e fui caminhar. |  Após o café da manhã, uma parte da turma saiu para um city tour em Luís Correia. |  Preferi permanecer nas dependências do Carnaubinha, a fim de conversar com colegas que há tempos eu não via. | Novas e velhas histórias foram contadas e recontadas, entre boas risadas. | Sem bafômetros à espreita, entornei umas cervejotas como nos velhos tempos. | À noite, um jantar dançante para nós, médicos formados em 1971. |  A comissão organizadora contratou um fotógrafo para registrar as principais cenas da festa. |  Ponto alto da encontro: um show do humorista João Claudio Moreno. (Se quisesse, o humorista piauiense seria igualmente um grande cantor.) | Entoamos o "Parabéns pra Você", em torno do "Bolo dos 44 Anos", e houve ainda o sorteio de alguns brindes. | Ao me retirar para dormir, muitos dançavam animadamente ao som de "Fogo e Paixão", do Wando.
PG: com Elba, no jantar dançante
JCM constitui um dos casos raros nos quais a quantidade equipara-se ao suprassumo do que conhecemos por qualidade. Incorpora, com incomum maestria, desde Mão Santa e seus conhecidos "causos", até o Rei do Baião, Luiz Gonzaga, e suas inesquecíveis canções. Dá vida desde baluartes irreverentes do Humor (dos quilates de Chico Anysio e Dercy Gonçalves, por exemplos), até episódios verdadeiramente cômicos que se põem a envolver famigeradas autoridades religiosas. É capaz de fazer uma caricatura humana de Caetano Veloso, melhor do que qualquer um, e de dar uma autêntica aula de História e Geografia do Piauí para Jô e todo Brasil, em Rede Nacional de Televisão. Escreve o próprio texto, alimentando-se deste no palco como se tais linhas constituíssem, aos seus sentidos, o mais saboroso dos manjares. Reinventa-se a cada espetáculo, e faz com que seu público renove, periodicamente, os laços de fidelidade para com sua essência de artista genial.
15/11/2015
Café da Saudade, no restaurante do Carnaubinha. |  Alguns colegas discursaram  para agradecer a acolhida, e foi divulgado que os nossos próximos encontros serão realizados em Fortaleza (2016) e São Luís (2017) | Cada participante recebeu das mãos de Lia um bolo na caneca para levar como lembrança. | Check-out, às 10 horas e meia | Rodovias utilizadas no retorno a Fortaleza: PI-116, de Carnaubinha a Camurupim, BR-402, de Camurupim a Granja, CE-362, de Granja a Sobral, BR-220, de Sobral a Fortaleza | Distância e duração da viagem: 465 quilômetros e 8 horas | Com paradas para o almoço, na Churrascaria Chicão (ainda existe), em Sobral, e para o reabastecimento do carro em Itapajé (quando um frentista de índole samaritana preparou um café para debelar o meu sono).
Sobre os 1.020 quilômetros rodados, por 3 rodovias federais e 4 rodovias estaduais, devo elogiar a manutenção que lhes é dada atualmente. Todas elas são asfaltadas, estão bem conservadas e, em geral, bem sinalizadas. Isso não acontecia, uns 15 anos atrás, quando a BR-222 (por exemplo) era tomada por crateras e, para ir a Tianguá, o cristão precisava desviar-se para as rodovias estaduais, o que tornava a viagem mais demorada.
Colegas participantes
Em ordem alfabética: Antonio Casanovas, Antonio Carlos Portela, Antonio Lages, Antonio Newton Timbó, Artur Pereira, Carlos Alberto Soares, Clóvis Rodrigues, Ercílio Guimarães, Francisco José Batista, Hugo Lopes, José Leite, José Luiz da Paz, José Rocélio, José Roosevelt Luna, José Tarcísio Diniz, Jucionou Coelho, Maria Alice Pessoa, Maria Auxiliadora Bezerra, Noelma Pessoa, Otaviano Benevides, Paulo Gurgel, Roberto Marques e Sônia Maria Lôbo. Aproximadamente vinte familiares dos colegas presentes também participaram do encontro.
Agradecimentos especiais
Ao casal Artur Pereira e Lia, de Teresina, e as colegas Maria Auxiliadora e Sônia Lobo, de Fortaleza, que estiveram à frente da organização deste evento bem sucedido.
Ao casal Newton Timbó e Sônia, que distribuiu a todos nós uma flâmula com o poema "Surpresa" de Cecília Meireles. Este belo poema foi o texto para análise na prova de Português, no Vestibular de 1966, da Universidade Federal do Ceará.
A Otaviano Araripe, que me presenteou com o CD autoral "Só Fox", que contém uma coletânea de músicas interpretadas por ele.
Comentários
Very nice, Dr. Paulo!
Hugo Lopes
– Valeu, Paulo Gurgel! Bela descrição de sua viagem e do nosso encontro. Foi realmente muito bom. Esperamos que em 2016, possamos encontrar com mais colegas. Abraços extensivos à sua esposa.
Auxiliadora Barroso
– Como é bom rever os amigos e relembrar dos velhos tempos. Foi o que faltou em nosso encontro de Otávio Bonfim.
Edmar Gurgel
– Bom dia! Fiquei feliz ao receber noticias; um grande abraço neste casal.
Maria Tereza Coimbra
– Boa noite, Paulo! Seguem as fotos prometidas. Estou enviando aquelas em que vocês estão. Se quiserem outras me avisem que eu as enviarei. Um abração na Elba e outro em você!
Júlia Portela
Da esquerda para a direita: Íris, Portela, Paulo, Elba e Júlia

TIANGUÁ E LUÍS CORREIA-PI

Motivo da viagem: Comemoração dos 44 anos de formatura em Medicina pela UFC (aka Turma Andreas Vesalius, de 1971)
Local do encontro: Carnaubinha Praia Resort, em Luís Correia-PI
Período: 12 a 15/11/2015
12/11/2015
De Fortaleza a Tianguá pela BR-222 | Parada para tomar o café da manhã, com queijo assado e tapiocas, num restaurante à beira da rodovia, em Croatá | Trechos de maior tráfego na BR-222: de Fortaleza até a entrada do Pecém; nas proximidades de Sobral e durante a subida da serra (10 quilômetros) por dificuldade para ultrapassar caminhões e uma carreta  | Distância e duração da viagem: 328 quilômetros e  5 horas e meia | Hospedagem e almoço no Serra Grande Hotel | Caminhada vespertina por Tianguá e visita à Biblioteca Municipal para doar um exemplar do livro "PORTAL DE MEMÓRIAS" [1] [2] [3] [4] | À noite, passeio de carro pela cidade percorrendo a Av. Pref. Jaques Nunes, a Praça dos Eucaliptos e o entorno da Rodoviária, onde se concentram as lanchonetes e os restaurantes de Tianguá.
O município de Tianguá, com 75 mil habitantes, é a cidade-polo da Região de Ibiapaba. Suas principais fontes de renda são o turismo e a produção de frutas e hortaliças. Está na rota do tráfego pesado para o Piauí e estados vizinhos. Muitas vezes, já estive em Tianguá a serviço da Secretaria da Saúde do Ceará, hospedando-me quase sempre no Serra Grande. Atualmente, a cidade já dispõe de outras opções no setor de hotelaria, como o Hannover Flat, embora este não pareça ser mais interessante do que o Serra Grande.
13/12/2015
Acordando cedo para postar notas nos blogues | O forte calor da véspera cedera lugar a uma temperatura amena | Após o café da manhã, continuamos nossa viagem para Luís Correia | Rodovias utilizadas: CE-187 até Viçosa do Ceará, CE-232 até a divisa do Ceará com o Piauí, PI-213, passando por Cocal, até o entroncamento com a BR-113, BR-113, passando por Parnaíba, até Luís Correia, PI-116 até a estrada para a Praia de Macapá e, finalmente, o acesso privativo para o Carnaubinha Praia Resort. | Cético que sou, não tive nenhuma premonição diante de uma raposa prateada que jazia à beira de uma estrada. | Distância e duração desta parte da viagem: 222 quilômetros e 4 horas. | Ao chegarmos, por volta das 13 horas, encontramos a maioria dos colegas e seus  familiares reunidos no hall do Hotel. | Muitos haviam chegado no dia anterior em um micro-ônibus fretado.
A MENSAGEM DE BOAS VINDAS
Por ocasião do check-in, recebemos da Comissão Organizadora o documento com a programação do encontro, o crachá de participante e uma camisa alusiva ao evento, além de nos ser oferecidos os drinques de boas vindas. | No restante da tarde, descansamos em nossa acomodação. | Aproveitei o tempo livre para "blogar".
O Carnaubinha é um resort de praia inaugurado há cerca de 3 anos. Chega-se lá por um acesso privativo de 1,5 km, a partir de uma estrada que conduz à Praia de Macapá (ver mapa). O resort é  muito bonito e suas acomodações são amplas e confortáveis. O wi-fi funcionou bem o tempo todo. Faço algumas restrições quanto aos pratos servidos. Elba me disse que havia pedras (coral) na praia em frente. E ventava muito, o que só é problema para quem tem cabelos longos.
À noite, conforme estava previsto no programa, aconteceu a abertura do encontro no deck da praia. | Artur Pereira discursou em saudação à Turma e vários colegas também usaram da palavra, | Em seguida, após assistirmos a um show pirotécnico, nos dirigimos todos ao restaurante do resort para um jantar de confraternização. | No restaurante, o televisor transmitia o Brasil x Argentina pelas eliminatórias da Copa. Súmula da partida: 1 x 1.

MEMÓRIA – USINA CEARÁ (4)

O clube Usina Ceará não era apenas o time de futebol que disputava brilhantemente os campeonatos cearenses.
Também tinha as equipes de futebol de salão (como se pode ver na fotografia abaixo) e de volibol.
Time: Real, do Usina Ceará
Ano e local da foto: 1967, na sede do Usina Ceará, na Bezerra de Menezes
Em pé: Aurílo, Paivinha, Baginha e Marcos.
Agachados: Edmar Gurgel, Carlos Alberto, Amilton Melo e Dudu.
O Amilton Melo é quem você está pensando: o grande atacante do futebol que eternizaria a marca de seu talento jogando por times do futebol cearense, especialmente o Fortaleza. Em 1974, ajudou o Tricolor de Aço a se sagrar bicampeão, no recém inaugurado estádio Castelão. ao marcar dois gols na partida final contra o Ceará. Naquele fim de campeonato, o Tricolor de Aço venceu o seu maior rival três vezes num curto espaço de uma semana: 4 a 0, 1 x 0 e 3 x 1 foram os placares. Amilton Melo fazia parte do "quadrado de ouro" do técnico Moésio.

LANÇAMENTO DA 32ª ANTOLOGIA DA SOBRAMES-CE

CONVITE


A presidente da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores – Regional Ceará, Dra. Celina Côrte Pinheiro, convida para o lançamento do livro Ritmo Literário, a 32ª Antologia da Sobrames-CE.
A Antologia será apresentada pela professora Aíla Sampaio, membro da Academia Cearense de Língua Portuguesa e da Academia de Letras e artes do Norte e Nordeste.

Local: Auditório da Unimed Fortaleza
           Avenida Santos Dumont, 949 - Aldeota
Data: 10 de novembro de 2015
Horário: 19h30
Traje: esporte fino

AS CEM EDIÇÕES DO JORNAL DA GÍRIA. UM MARCO NO MUNDO GÍRIO

J. B Serra e Gurgel (de Acopiara), jornalista e escritor
Não poderíamos deixar passar em branco o aniversário das cem edições do Jornal da Gíria, em 16 anos. e que pode ser acessado no www.cruiser.com.br ou no www.dicionariodegiria.com.br.
Temos quase a mesma idade da Internet no Brasil.
Começamos com a Cruiser, um dos primeiros provedores de Internet no Brasil, a partir de Niteroi/RJ, onde vivemos e crescemos para resgatar o patrimônio gírio do Brasil.
Tivemos dois formatos de apresentação. Este é o segundo. Confesso que está na hora de uma mudança. Neste território livre, o conservadorismo é mortal.
Quando começamos, fomos pioneiros, não havia muita informação sobre Gíria. Fomos nos aperfeiçoando e tentamos, na medida do possível, datar e localizar a gíria, a partir da primeira citação. Para isso foram igualmente importantes os registros do livros que foram escritos praticamente no idioma gírio
Havia outros sites de busca, antes do surgimento do Pai Google de Aruanda
Em todos eles, quando a busca era Gíria sempre aparecíamos em 1º lugar. Fosse com o Jornal da Gíria (quase tudo que se publicou no Brasil sobre gíria foi registrado pelo Jornal) que tem um apreciável acervo, fosse com o Dicionário de Gíria, a caminho da 9ª. edição, podendo chegar aos 40 mil verbetes.
Sem concorrência, rapidamente chegamos aos 500 mil acessos. Uma referência.
Com a concorrência, passamos dos 600 mil mas estamos distantes de 1 milhão.
De qualquer forma, somos uma referência em gíria. Com um compromisso com a língua portuguesa, com a língua falada dos povos de língua portuguesa, com a língua viva, com a evolução da linguagem, pois é assim que caminha a humanidade, voltada para o futuro sem desprezar o passado.
Foi-se o tempo em que a gíria era a linguagem da malandragem, dos marginalizados, dos pobres, dos negros. Hoje, a gíria é a segunda língua dos brasileiros de todas as classes sociais, nível de escolaridade e gênero.
A gíria era utilizada pelo rádio e pelos jornais populares, que hoje usam e abusam da gíria e dos regionalismos. Os jornais da elite escreviam na linguagem padrão. A televisão resistia. Hoje, os jornalões usam a gíria com aspas, itálico ou negrito e a televisão aberta incorporou o idioma gírio nas suas novelas para alcançar e se identificar com as classes C, D e E.
As periferias e os grupos sociais exclusivos que foram emergindo expandiram de forma exponencial a fronteira gíria, com grafiteiros, surfistas, banhistas, funkeiros, rappeiros etc. Igualmente se acentuou a gíria tecnificada com os bordões publicitários e do humor.
Mas estão em curso profundas mudanças na linguagem, sem que se saiba onde vão parar. O internetês, o sms , o facebuquês e as redes sociais estão impondo uma nova linguagem e, por consequência, uma nova língua. Quem for podre vai se arrebentar. Os cascos da língua portuguesa, depois de 500 anos de navegação em mares tranquilos, estão avariados.
As academias de Letras do Brasil e de Portugal, que se omitiram indecentemente nas comemorações dos 300 anos da gíria na língua portuguesa e nos 100 anos da gíria no Brasil, não estão nem aí para as mudanças estruturais na língua.
O acordo linguístico se preocupa com hífen, trema e acentos, e se esqueceu do principal: o ensino da língua que é um fundamento da nacionalidade.
Brasil e Portugal são países de baixos índices de leitura.
As livrarias estão sumindo
Os livros estão sumindo.
O português arcaico (antigo) tem um patrimônio de 500/600 mil palavras. O português atualmente abrigado na linguagem padrão tem um acervo comum aos países de língua portuguesa de 250/300 mil palavras.
A massa não conhece 5% desse universo.
Em alguns países da comunidade dos países de língua portuguesa, como Angola e Moçambique, há muitos dialetos tribais, além da gíria.
No Brasil, recorre-se com intensidade aos regionalismos, próprios de determinadas áreas, e à gíria que não é totalmente nacional, pois deriva do regionalismo.
Entradas relacionadas
FAMÍLIA GURGEL EM OTÁVIO BONFIM - REMINISCÊNCIAS DE FERNANDO GURGEL | DICIONÁRIO DE GÍRIA | DOIS MARCOS GÍRIOS EM 2012 | SOBRE A FAMÍLIA GURGEL DO AMARAL VALENTE, DE ACOPIARA

MÁQUINA DE UM TEMPO

Estreou no dia 24 deste mês, com reprise no dia 25, o documentário "Máquina de um Tempo", da TV Assembleia Ceará, entrevistando pessoas que utilizaram ou que ainda utilizam máquinas de escrever.
Elas contam as memórias e as histórias vividas com este importante instrumento de escrita.
São entrevistados o médico pneumologista Sergio Gomes de Matos, o cronista esportivo Silvio Carlos, a jornalista Márcia Gurgel (irmã deste blogueiro), o colunista social Lúcio Brasileiro e o radialista e escritor Narcélio Limaverde, dentre outros.
Vídeo

No documentário, há também o depoimento de Aldenor de Souza, um mecanógrafo, que é o profissional (CBO 9543-05) que presta assistência técnica a essas máquinas. Ainda em atividade na Loja das Máquinas, no centro de Fortaleza, Aldenor resolvia os "grilos" da minha máquina de escrever. Hoje, para me avir com os "bugs", os profissionais são outros.
Cearense resiste ao tempo com loja de máquinas de escrever aberta há 50 anos, Tribuna do Ceará / UOL
CBO = Classificação Brasileira de Ocupaçoes, online

ENCONTRO DOS MÉDICOS DA TURMA UFC 1971 EM LUÍS CORREIA-PI

Prezado colega,
Estamos organizando, sob a coordenação do Artur Pereira e José Luiz, o nosso encontro de 2015, em Luís Correia/PI.
Período: 13 a 15 de novembro de 2015.
Local: Carnaubinha Praia Resort
Entre no site do hotel (carnaubinhapraiaresort.com) para conhecer as instalações e fazer as reservas.
O local é excelente e o mais importante são os colegas que você vai rever.
Em caso de dúvida, contate-nos. Esperamos encontrá-lo lá.
Mais informações serão repassadas.
Abraços.
Sonia e Auxiliadora
MEMÓRIA
Folheando a minha agenda de 1994, encontrei estes dados referentes a uma viagem que fiz, acompanhado de Elba e de nossos filhos Érico e Natália, às cidades de Ubajara, Luís Correia e Parnaíba. Na época, Érico tinha 9 anos e Natália, 4, e eu possuía um Monza.
Período: 5 jul 94 (terça-feira) a 10 jul 94 (domingo)
Roteiro: Fortaleza, Ubajara, Sete Cidades e Luís Correia (660 km). Parnaíba, Viçosa, Tianguá, Fortaleza (527 km). Total: 1239 km
Os dados foram complementados pelas lembranças.
Ubajara (Pousada da Neblina)
www.neblinaparkhotel.com.br
O Neblina Park Hotel é um hotel de serra na Região da Ibiapaba, localizado a 100 metros do Parque Nacional de Ubajara, cujas atrações principais são a visita à Gruta e o passeio de bondinho. Na década de 1980, já havia visitado a gruta e passeado no bondinho quando me hospedei em Ubajara, a caminho de Teresina onde participaria de um congresso médico. O que eu não esperava, no retorno à Gruta, acompanhado da mulher e de inquietas crianças, foi encontrá-la com o chão tão escorregadio.
Parque Nacional das Sete Cidades
www.icmbio.gov.br
Situado no município de Piracuruca, no Piauí, o Parque é um local de preservação dos ecossistemas da região (cerrado e caatinga). O local recebe esse nome por conta dos agrupamentos de formações rochosas apelidados de cidades pelos moradores da região. Um guia acompanhou-nos durante a longa visita, que foi feita utilizando-se do meu carro, A oitava cidade tinha a visitação proibida, desde a década anterior, para manter intocável o seu potencial de pesquisa. Num dado momento do passeio, deparamo-nos com uma inesperada cachoeira. À saída do parque, Elba e as crianças almoçaram uma galinha à cabidela, o prato único de um tosco restaurante.
Luís Correia (Rio Poty Hotel)
www.riopoty.com
O Rio Poty era um hotel novo, com 40 apartamentos e bastante confortável. Fica na praia de Atalaia, perto do centro de Luís Correia, e havia sido inaugurado no ano anterior. Pedi a Elba que me tirasse os pontos de uma cirurgia de cisto a que me submetera em Fortaleza. Na praia, tive o dissabor de ver a incisão cirúrgica abrir-se por completo. Elba me fez um curativo compressivo e, daí para frente, deixei a incisão cicatrizar por segunda intenção. O resultado não ficou bonito, mas enfim.
Parnaíba (Hotel Cívico)
www.hotelcivico.com.br
Era um hotel meio antigo, situado no centro da cidade. Não, não fomos conhecer o Delta do Rio Parnaíba. É um passeio demorado, e havia o risco de não retornarmos a tempo de ver pela televisão a partida das quartas-de-final da Copa do Mundo. Realizada nos Estados Unidos, naquele sábado (9 jul 94), a seleção do Brasil enfrentou a seleção da Holanda. Súmula do jogo: Brasil 3 x 2 Holanda. A seleção comandada por Carlos Alberto Parreira, e tendo Romário e Bebeto como principais ídolos, vinha apresentando um futebol pragmático. A 17 jul 94, o Brasil se sagraria campeão jogando contra a Itália.
Paulo Gurgel

O PARQUE E A POUSADA DAS ANDREAS

Seu André tinha um sítio em Pacatuba. O local era muito procurado pelas pessoas que queriam tomar banho nas águas que descem da serra da Aratanha formando pequenas cachoeiras.
Esse riacho, que tem origem no açude Boaçu é uma das nascentes do Cocó.
Com a morte do proprietário, o sítio passou a ser administrado pelas três filhas solteiras de Seu André. E o local ficou sendo chamado de Bica das Andreas.
Algum tempo depois, o Sr. Reginaldo Ponte construiu uma pousada numa das esquinas da praça da Igreja Matriz que, todos os anos, serve de palco às representações da Paixão de Cristo em Pacatuba. Como ficava no caminho da Bica, da qual dista uns poucos passos, os donos da pousada a designaram de Pousada das Andreas.
A Pousada é hoje gerenciada por Régia e dona Socorro, respectivamente filha e viúva do Reginaldo. E o Balneário Bica das Andreas, hoje chamado de Estação Ecoturística Parque das Andreas, encontra-se atualmente sob a administração municipal. Esta foi o modelo encontrado para preservar um dos ecossistemas mais belos da Região Metropolitana de Fortaleza.
Serviço
Local - Sede do município de Pacatuba, na rua Carlos Costa do Carmo, atrás da Igreja Matriz
Ingressos - 4,00 | 2,00 para crianças e idosos
O restaurante funciona aos sábados e domingos, e os quiosques abrem diariamente
http://www.oestadoce.com.br/noticia/pacatuba-e-um-dos-locais-mais-atraentes-da-serra-da-aratanha

MEMÓRIA. POSTAGENS SOBRE BARES E RESTAURANTES DE FORTALEZA

13/05/2007 – Nick Bar
http://blogdopg.blogspot.com.br/2007/05/nesse-bar-pequenino.html
15/06/2007 – Bar NB
http://blogdopg.blogspot.com.br/2007/06/bar-nb.html
26/08/2007 – Santiago Drinks
http://blogdopg.blogspot.com.br/2007/08/santiago-drinks.html
03/01/2009 – Rhuinas
http://blogdopg.blogspot.com.br/2009/01/rhuinas.html
17/04/2009 – Fênix
http://blogdopg.blogspot.com.br/2009/04/fenix.html
03/10/2009 – O Armário
http://blogdopg.blogspot.com.br/2009/10/o-armario.html
01/06/2012 – Flórida Bar
http://gurgel-carlos.blogspot.com.br/2012/06/sa-neto.html
21/03/2013 – Zé Pinto
http://gurgel-carlos.blogspot.com.br/2012/03/ze-pinto-2.html
23/06/2013 – Pombo Cheio
http://gurgel-carlos.blogspot.com.br/2013/06/o-pombo-cheio.html
07/06/2015 – Dozinho da Gia
http://gurgel-carlos.blogspot.com.br/2015/06/dozinho-da-gia.html
29/07/2015 – O Bar do Chagas
http://gurgel-carlos.blogspot.com.br/2015/07/o-bar-do-chagas-fecha-as-portas.html
03/04/2016 – O Jairo's
http://gurgel-carlos.blogspot.com.br/2016/04/o-jairos.html
03/07/2016 – Osmar do Camarão
http://gurgel-carlos.blogspot.com.br/2016/07/osmar-do-camarao.html
17/01/2018 - O Tremendão
http://gurgel-carlos.blogspot.com.br/2018/01/o-restaurante-tremendao.html
12/08/2018 - Estoril (O Carimbador Poeta)
http://gurgel-carlos.blogspot.com/2018/08/o-carimbador-poeta.html
02/12/2018 - Real Drinks
http://gurgel-carlos.blogspot.com/2018/12/real-drinks.html
27/10/2019 - Café Passeio
http://gurgel-carlos.blogspot.com/2019/10/o-passeio-publico-de-fortaleza.html
25/01/2020 - Tudo em Cima
http://blogdopg.blogspot.com/2020/01/pratos-impraticaveis-de-servir.html
19/02/2023 - O Anísio - Peixada
23/04/2023 - Kabuletê
16/07/2023 - Sovaco de Cobra
03/09/2023 - Tempero da Terra (Francis Vale)
18/05/2025 - Sirigaddo Country
06/08/2025 - Docentes e Decentes 
30/11/2025 - Piano Bar (Zé Wilson)
21/12/2025 - Cais Bar (Ernesto Joaquim)

(compilação de 13/05/2007 a 21/12/2025)

MISSA DE SÉTIMO DIA PARA ENGELBERTO MOURA CAVALCANTE

A igreja da Paróquia Nossa Senhora da Glória, na Cidade dos Funcionários, na noite da última quinta-feira (dia 1º), registrou o comparecimento de um grande número de pessoas para a missa de 7º dia que foi celebrada em intenção da alma do médico Engelberto Moura Cavalcante.
Engelberto, Dr. Moura ou simplesmente Beto, como muitos o conheciam, desfrutava da admiração e respeito de uma grande legião de amigos e deixou um legado inesquecível das boas ações que ele praticou ao longo da vida.
Ele faleceu no dia 25 de setembro, enquanto estava internado na UTI do Hospital São Carlos submetendo-se ao tratamento de uma grave doença hepática.
Possuía graduação em Medicina pela Universidade Federal do Ceará (1971–1976). Era médico do Centro de Saúde Aparício Bezerra, em Maracanaú, da Cooperativa dos Médicos Emergencistas do Ceará (CEMERGE) e plantonista do 3º turno das regionais I, III e V de Fortaleza. Tinha grande experiência na área da Medicina, com ênfase em Clínica Geral, Medicina do Trabalho e Saúde da Família.
Após a missa, foram lidos tocantes depoimentos de familiares e amigos de Beto, destacando-se o testemunho de sua irmã Evanilda.
Engelberto será sempre bem lembrado por todos que o conheceram.

VILAS FERROVIÁRIAS EM FORTALEZA

Em Fortaleza, em 26 de dezembro de 1938, é lançada a pedra fundamental das casas para empregados da RVC (Rede de Viação Cearense) em Otávio Bonfim, entre as ruas Joaquim Barbosa, Bela Cruz (atual Quintino Bocaiuva), Dom Jerônimo e Justiniano de Serpa; e na Aldeota, na atual Rua Alfredo Prudente, paralela à João Cordeiro, com entrada pela Tenente Benévolo. As casas financiadas pela Caixa de Aposentadorias e Pensões têm como construtor Pedro Arruda Campos. Os dois atos são prestigiados pelo diretor interino da Rede, engenheiro Humberto Monte, pelo interventor federal, Meneses Pimentel, e pelo engenheiro José Abreu Paleta, presidente da Caixa. Em nome dos funcionários, fala o ferroviário Cornélio Diógenes.
Fonte: Dissertação OS FERROVIÁRIOS NA CARTOGRAFIA DE FORTALEZA: REBELDES PELOS CAMINHOS DE FERRO, de Nilton Melo Almeida, para a obtenção do título de Mestre em História Social pela Universidade Federal do Ceará.
Sinopse do livro editado pela SECULT/CE.

CASAMENTO DE PAOLA E IGOR

A cerimônia religiosa do casamento de Paola e Igor, filha de David Zanotelli e Márcia Virginia de Almeida Zanotelli, e filho de Gaudêncio Gonçalves de Lucena e Márcia Maria Macedo de Lucena, será celebrada hoje (26), às 18 horas, na Capela do Mosteiro de São Bento, em Fortaleza, Ceará.
Após a cerimônia, os convidados serão recepcionados na Costa do Sol, chácara dos pais do noivo, no município do Eusébio.
30/09/2015 - Atualizando a postagem com a inserção desta fotografia:
Igor e Paola, recém-casados,
brindando na festa de recepção do casamento.
Fotógrafo: Rogério (Balada In)

O CÃO QUE CHUPA MANGA E O QUE COME MARIOLA

Ao Sr. Luciano Hortencio:
Cão que chupa manga não é capeta!
A origem da expressão "cão chupando manga" não tem nada a ver com alusões ao demônio. É bem mais curiosa, na verdade. Contam os da geração de meu pai, nascido ainda em 1929, que a expressão surgiu entre os estudantes do ensino fundamental por conta de um cachorro, personagem dos livros didáticos usados naquela época. O cão fazia de tudo no livro, desde o trivial como comer, correr, dormir, até fatos inusitados como chupar manga. A expressão, aqui em Pernambuco, significa alguém capaz de tudo, tão habilidoso quanto o cão do livro do segundo ano, capaz até de chupar manga. Note-se a forma específica do gerúndio, pois no livro, o cão estava chupando uma manga, não tinha chupado nem ia chupar, daí que se diz que Fulano "é o cão chupando manga". Igual ao do livro. Outra expressão menos conhecida, mas relacionada, é "Beltrano é o cão do terceiro livro" que sugeria que se o do segundo livro era tão prendado, avalie-se o cão do terceiro livro do ensino primário. A associação com o demo ocorreu com o tempo, já que o termo cão como sinônimo de diabo é bem mais conhecido do que o personagem do livro didático da primeira metade do século XX.
Silvio Campello
Caro Silvio Campello!
Cão que chupa manga não é capeta nem, muito menos, inusitado.
Eu tinha uma casinha no distrito chamado Campestre, no município de Trairi - Ceará. Antes de ser murado todo o terreno, os cachorros da vizinhança livravam-se do sol da tarde no grande terraço que circundava a casa.
Pois bem. Em época de manga, a gente via praticamente todos os cães levando mangas para saboreá-las no terraço e só a soltavam quando o caroço estava totalmente descarnado.
Era a época em que os cães da localidade ficavam bem mais gordos, lustrosos e felizes.
Luciano Hortencio
Ao cearensólogo Luciano Hortencio:
Esse cão chupando manga guarda alguma relação com o cão comendo mariola?
Paulo Gurgel
Caro Paulo Gurgel!
Fizeste-me vir água à boca e olha que eu nem sou o capiroto. Saudade enorme das antigas mariolas, enroladinhas na palha da bananeira e que vez por outra a gente encontrava um fragmento "mei durim" nela... Seria "preda"?
Sei lá! Só sei que morro de saudade de comer pelo menos uma dúzia de mariolas das "das antigas". Queria também beber três copázios do Pega Pinto do Mundico, pra acompanhar um cabelouro bem cozido. Aliás, diga-se de passagem que fiquei bonito desse jeito às custas de comer cabelouro atrás da porta da sala de jantar.. rsrsrs
Grande abraço do teu conterrâneo,
PS: Não achei sequer uma foto das mariolinhas enroladas na palha da bananeira... Só industrializadas!
Luciano Hortencio
Caro Luciano Hortencio!
O cabelouro cozido e comido atrás de uma porta, enquanto o feioso se concentra na fisionomia de uma pessoa bonita – com a qual quer ficar parecido –, é uma receita acreditada. Mas tem uma dificuldade quase intransponível: ninguém consegue cortar a dentadas esse duro ligamento da nuca do boi. Talvez você já fosse um cabeça-chata apolíneo – muito antes de mascar o seu primeiro cabelouro.
Paulo Gurgel
Ao Paulo Gurgel:
O cabelouro realmente é duro pra dedéu, porém a textura do ligamento da nuca do boi, chamado cabelouro, a gente não consegue cortar a dentadas e sim no puxavante. É só ir separando as tirinhas e comer inteirinhas mesmo. Só que não se pode esquecer que tem que comê-lo detrás de uma porta!
Valeu a pena o sacrifício... rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs
Luciano Hortencio
Ao Sr. Luciano Hortencio:
Duas mariolas...
Taturanous

"Tocar na banda / Pra ganhar o quê? / Duas mariolas /E um cigarro Yolanda."

Onde o fórum acima aconteceu:
http://jornalggn.com.br/blog/lucianohortencio/to-com-a-macaca-me-deixa-pular-por-jns-e-luciano-hortencio

DOS ANOS DOURADOS AOS ANOS ILUMINADOS DO OTÁVIO BONFIM

CONVITE
Com prazer, convidamos os amigos e conhecidos, para o encontro de congraçamento dos que passaram sua juventude no Otávio Bonfim, compreendendo o período dos Anos Dourados aos Anos Iluminados, sob a benfazeja inspiração seráfica, que vai do Frei Teodoro ao Frei Lauro.
O encontro acontecerá às 19h, do dia 17/09/2015, no Salão de Santo Antônio, da Paróquia de Nossa Senhora das Dores, local escolhido por preservar, em seu recinto, um clima de saudade, permeado das mais caras lembranças.
O evento contará com projeção de slides e de vídeos e abrirá espaço para alguns depoimentos de representantes das diferentes gerações, de jovens das décadas de cinquenta a oitenta, como um indicativo da afeição ao bairro que abrigou tantas pessoas dignas e honestas.
A Comissão Organizadora
Crédito da imagem
Igreja de Nossa Senhora das Dores, do Otávio Bonfim, em dia de Procissão de São Francisco de Assis. Reprodução de uma pintura em óleo sobre tela, de Tarcísio Garcia, notável e prestigiado pintor cearense, com fortes raízes nesse bairro de Fortaleza. Esta imagem ilustrou a capa do livro "OTÁVIO BONFIM, DAS DORES E DOS AMORES - Sob o olhar de uma família", de autoria de Marcelo Gurgel.
18/09/2015 - Atualizando ...
O evento, que teve como mestre de cerimônia o jornalista Tom Bastos, constou de palestras, projeção de slides e vídeo, galeria de pôsteres, entrega de placas de homenagem e discursos de agradecimento, e encerrou-se com um coquetel à base de refrigerantes e salgadinhos para os convidados. Parabéns à Comissão Organizadora formada por Edmar Gurgel, Vicente Moraes e Marcelo Gurgel que tudo planejou para garantir o sucesso do Encontro.

AS REZADEIRAS DOS SERTÕES

Diogo Fontenelle

Ó piedosas rezadeiras dos sertões dos desvalidos!
Mulheres iluminadas, desposadas pelo Mais Além
A benzer as criancinhas e os enfermos combalidos...
Livrai-nos, Nosso Senhor, do mau olhado, amém!

Venham ramos benzidos de arruda e manjericão,
Massagens com sebo de porco caititu e carneiro,
Chás de erva cidreira, malva, camomila, e agrião,
Escapulário no peito com a gravura do padroeiro...

Rezadeiras dos sertões, madrinhas dos pecadores,
Orai pelos sertanejos penitentes entre desalentos,
Orai por todos nós, pequenos e singelos pastores,
Perdidos pelo caminho a mercê dos maus ventos...
xilografia de Marcelo Soares

A PRIMEIRA PLANTA DA CIDADE DE FORTALEZA

WIKIPÉDIA
Primeira representação de Fortaleza, de 1726, no período de instalação da Vila de Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção do Siará Grande. No desenho, são notáveis os principais símbolos de poder da vila colonial: o forte, o pelourinho, a casa de câmara e cadeia, a igreja e a forca.

MEMÓRIAS DA CIDADE: REPRESENTAÇÕES DE FORTALEZA NO MUSEU DO CEARÁ
por Natália Maia Sousa
Vê-se, na figura acima, a primeira planta da cidade – desenho atribuído ao capitão-mor Manuel Francês –, oriunda de 1726, coincidindo com a instalação da Vila de Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção. Os traços do desenho da vila, sem a qualidade técnica que denota o trabalho de um profissional, apontam, entretanto, as construções mais importantes da época. Mostram-se, dentre outros elementos, as edificações destinadas a usos religiosos e político-administrativos, localizadas nas imediações do Forte de Nossa Senhora da Assunção, evidenciando a influência da edificação militar na disposição dos prédios e no crescimento urbano. No entorno do Forte estão localizadas, por exemplo: a igreja matriz, o pelourinho, a casa de câmara e cadeia, a forca etc.
A primeira planta da cidade aparece como importante representação simbólica do núcleo urbano, pois expressa de forma direta, a partir da disposição dos edifícios e equipamentos da época, os lugares do
poder militar, político, administrativo e religioso, mostrando como o controle colonial se impunha diante da vila. Sobre isso, é importante ressaltar que, contrariamente a diversas outras vilas do Ceará, a vila de Nossa Senhora da Assunção não nasceu de uma missão religiosa e sim a partir de uma função estratégico-militar, com a fixação de um forte para proteção e defesa do território.
Assim, pode-se ver como a ordem urbana era fixada pela metrópole, por meio de marcos no espaço físico. No entorno do forte, estavam o local da ideologia cristã, representada pela igreja matriz, a sede do poder político local, representada pela casa de câmara e cadeia, a autoridade local materializada na violência e força, representada pela forca, e o símbolo da emancipação local, representada pelo pelourinho. Assim, as principais instituições públicas da época concentravam-se ao redor do forte, configurando um núcleo que definia os lugares de exercício do poder, além de assegurar a ordem urbana.
Extraído de: http://www.repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/6376/1/2011-DIS-NMSOUSA.pdf

FAZENDINHA DO JOÃO VICTOR

As porteiras da minha fazendinha estarão abertas para comemorarmos meu 1º aninho!
João Victor
23/08/2015, às 18 horas
Golden Kids Buffet
Rua Gilberto Studart, 280 - Cocó
Meu sobrinho-neto João Victor é filho dos médicos José Orlando da Costa Filho e Vanessa Gurgel Adeodato.

PESAR POR VITÓRIA HOLANDA GURGEL COELHO (19/01/1997–13/08/2015)

"Quero tua risada mais gostosa / Esse teu jeito de achar /Que a vida pode ser maravilhosa / Que a vida pode ser maravilhosa..."
("Vitoriosa", de Ivan Lins e Vítor Martins)
Faleceu na quinta-feira passada (13), em Mossoró-RN, a jovem VITÓRIA HOLANDA GURGEL COELHO. Era filha de Maria Tereza Vieira Holanda e Sílvio Gurgel Coelho.
Hoje (20) foi celebrada a missa de sétimo dia, na igreja da Paróquia Nossa Senhora da Paz, em Fortaleza, pela alma de Vitória.
"Obrigada, filha, por nos fazer seus pais e por nos fazer mais humanos, mais crédulos de que o Amor tem a profunda capacidade e transformar e de nos fazer vitoriosos. E muito obrigada por você ter vindo, nossa filha, e nos confiar essa missão de investir em você e de lhe fazer uma grande Vitória.
Um beijo muito grande em seu coração e nunca esqueça do nosso amor e e de que você sempre foi a luz de nossos caminhos e de que vai continuar sendo, só que agora como um anjo e um Ser de luz."
(trecho final da mensagem a Vitória escrita por seus pais, Maria Tereza e Silvio)

A CANECA DENTADA

Na visita que fiz ao Museu Municipal de Uberlândia este objeto em exposição me prendeu a atenção por alguns minutos. Tratava-se de uma caneca de flandres com dentes nas bordas. Para que, diabos, serviriam aqueles dentes, por sinal bem pontiagudos, num utensílio doméstico em geral utilizado para matar a sede de alguém. Uma placa por perto dava toda a explicação. Aquela caneca era para ser usada apenas para tirar a água de um pote, quando precisava transferi-la para uma quartinha, por exemplo. Quem quisesse beber daquela água (boa e fresca do pote de barro) sem ferir os lábios que fosse apanhar outra caneca para esse fim.
Como o púcaro, por exemplo. O púcaro era uma caneca de alça comprida, tipo concha, para tirar água do pote. Uma modalidade de caneca menos agressiva, por assim dizer.
Procurei na internet alguma imagem de caneca dentada para ilustrar esta nota, mas em vão. De maneira que lanço mão de uma foto de péssima  qualidade que eu tirei na ocasião.
Para finalizar, transcrevo do site Malagueta um artigo de Raul Lody, que é antropólogo, museólogo, pesquisador na área de alimentação com diversos livros publicados e, entre outras atividades, idealizador do Museu de Gastronomia Baiana.
Água de pote, água de beber
A boa água é essencialmente limpa, e quando fresca melhor ainda. São muitos os imaginários sobre a água, e a esses imaginários integram-se os cenários culturais e sociais que ritualizam esse tão precioso líquido.
Água de pote é uma categoria regional, uma tipologia de "lugar" para a água na casa. É a água guardada em potes de barro com várias características estéticas. Geralmente um pote de barro pode comportar de dez a vinte litros de água.
Além de ser um utensílio, o pote é também um objeto fundamental por preservar a água de beber; ele exibe e comunica: "temos água, água boa porque está no pote".
Quase sempre os potes têm tampas de madeira que são feitas especialmente para o uso doméstico. Ainda, é comum que a boca do pote esteja protegida por uma toalha de pano, pano alvíssimo, como se atestasse uma qualidade de limpeza, assim, a água ali guardada é tão limpa, tão pura, quanto a brancura do pano.
Normalmente, o pote está na cozinha ou, como ocorre em muitas casas do Nordeste, ou em ambiente único da casa. O pote quase sempre, nesse contexto, ocupa um tipo de mobília chamada de banca de pote, que é "entronizado" com destaque na casa.
Geralmente no entorno do pote estão às fotografias da família, os quadros de santos, ou outras informações visuais importantes que são concentradas e exibidas próximas ao espaço da água; assim, como os copos, as canecas, as cuias, e as meias cabaças, que são para se beber a água, e também os utensílios para se retirar a água dos recipientes.
Vê-se o aproveitamento do coco seco para se fazer o "coco d’água" – tipo de caneca especial para se retirar a água do pote. Há outro tipo de utensílio para se retirar água do pote que é feito de flandres, e apresenta as bordas dentadas, justamente para evitar que se coloque na boca, e assim se mantém a água limpa e boa para o consumo.
Sem dúvida, o pote participa do processo de decantação das impurezas da água, pois as águas chegam de muitos e diferentes lugares.
O pote confere à água odor e sabor especial que vem do barro. Essa água é comparada à “água de quartinha”, que é outro tipo de recipiente de barro, só que de uso individual, para conter e servir água.
Há a tradição de se dizer que: "água de quartinha e água de pote são mais gostosas". Atribui-se por isso uma qualidade especial a esse tipo de armazenagem.
Esses recipientes mostram as possibilidades de preservação da pureza desse tão preciosos líquido para o consumo humano. Esse é um processo tradicional de filtragem. Como ainda acontecem com os tradicionais filtros de barro, alguns artesanais e outros industrializados.
Beber água de pote é um componente da construção do paladar, é a inclusão de um novo sabor que também está na comida preparada com esta água de sabor especial e peculiar.
O pote na maioria dos casos é a única opção de se ter água "potável" em casa. São milhares de casas no Nordeste, na região amazônica, e em outras regiões que utilizam esse utensílio como sendo a única maneira possível de acondicionar água.
A água de pote é um forte retrato da vida de milhares de brasileiros que ainda recorrem a esse costume para se ter certa qualidade na água que é destinada ao consumo na casa. Água para se beber e para se fazer comida.
Em outros cenários é crescente o cuidado gastronômico no consumo da água, inclusive numa valorização que requer até os serviços de um "sommelier" especializado para água.

VÍDEOS. FAMÍLIA GURGEL DO AMARAL VALENTE, DE ACOPIARA-CE


Parte 1

Parte 2

(vídeos lembrados por Fernando Gurgel Filho, de Brasília)

RECORDANDO MEU PAI

Celina Côrte Pinheiro
celinacps@yahoo.com
médica e filha do sr. Cândido Côrte

Confesso, sem pejo, minha especial admiração por meu pai. Simples, elegante no vestir, simpático, bem-humorado, profissional comprometido, dinâmico, era querido e respeitado em Ribeirão Preto, sua cidade por adoção. De segunda a sexta-feira, eu era obrigada a manter minha vida escolar em dia a fim de me dedicar ao lazer, sem qualquer culpa, nos fins de semana.
O sábado e o domingo eram destinados ao Clube de Regatas, onde aprendi a pescar, colocar minhoca no anzol sem sentir nojo, remar, nadar, jogar bocha etc. Acordava cedo para acompanhá-lo ao clube e, se meu sono ultrapassasse 8 horas da manhã, ouvia ruídos insistentes de meu pai batendo em uma lata, segundo ele, para atrair as andorinhas. Uma mentirinha saudável, pois o que ele queria mesmo era me acordar. Minhas primeiras aulas de disciplina pessoal!
Sempre o admirei por seus diferentes saberes, não obtidos através da educação formal, mas de sua inteligência e autodidatismo. Era um homem bom e cultivava valores como a honestidade, a pontualidade, a sinceridade... Não era religioso, mas cioso de seus deveres para com os outros. Um cristão, na verdadeira acepção da palavra!
Aos 18 anos, saíra de uma cidadezinha escondida no mapa para seu primeiro emprego na megalópole São Paulo. Foi o único entre 12 irmãos a ter a coragem de enfrentar novos e inquietantes desafios. E venceu! Ensinou-me também a ter essa coragem e força para enfrentar o que meu próprio enredo reservava, ensinando-me intuitivamente a identificar pessoas. Uma grande e útil lição!
As regras em nossa casa eram claras. Às refeições, não permitia brigas ou conversas em demasia. Apreciava o silêncio. O abandono de restos de alimento no prato era proibido e ele exemplificava com a própria vida na pobreza da Itália. Ensinou-me a não ter “olho grande” para a comida e a colocar no prato apenas o suficiente para me alimentar. Se quisesse mais, poderia repetir, sem desperdiçar.
Tolerância zero para desperdícios em geral.
Nunca me estimulou a namoros precoces. Eram vedados e, quando os namoricos adolescentes aconteceram, não lhe eram revelados. Mas ele percebia a mudança de meu comportamento e me olhava diferente. Eu sorria meio desconcertada, pois não apreciava trair-lhe a confiança.
O tempo se encarregou de lhe impor limites e sua vida se transformou em um incômodo fardo. Não se preparara para isto, reagia contra sua incapacidade e o dever de aceitá-la, sabe-se lá por quanto tempo. Tinha pressa, mas a vida não foi feita para atender nossos caprichos, mas nossos merecimentos.
Na madrugada de um dia, acordou, sentou-se à borda do leito, pediu água, bebeu-a e se calou. Realizou sua última queda livre na própria cama. Minha mãe pensou tratar-se de mais uma de suas brincadeiras. Não era... Desligou-se do fio da vida com a mesma pressa de sempre. Não se prendeu ao leito, nem deu trabalho aos familiares. Fez-se pássaro e voou célere para outra dimensão.
Artigo publicado em 08/08/15, no Jornal de Hoje, O POVO on line

BRINCADEIRA TEM HORA

Coronel médico R1 Dr. Sidney Marques
In: "Humor na Caserna"
Em 1998, a seleção de Quixeramobim classificou-se para a final do XXV Campeonato Cearense Intermunicipal de Futebol, tendo como adversário a seleção de Boa Viagem.
Um grupo de abnegados dirigentes procurou-me no Hospital Regional dr. Pontes Neto, solicitando ajuda para hospedar a seleção em Fortaleza. No mesmo instante, liguei para o comandante do 23º Batalhão de Caçadores que, de pronto, atendeu a solicitação.
Para tornar o apoio ainda mais significativo, designei a psicóloga do Hospital Militar, tenente Isoletina, para fazer uma palestra motivacional para o grupo.
Acertados os detalhes com os dirigentes da seleção, fui tirar o meu plantão de final de semana naquela cidade do sertão central.
A delegação chegou a Fortaleza sábado à tarde e, após a palestra, todos saíram para jantar nas proximidades da Igreja de Nossa Senhora de Fátima.
Ao retornarem ao quartel, um gaiato, em vez de entrar pelo portão das armas, resolver pular o muro próximo à guarita, que fica vizinha à residência dos oficiais.
Ilustração: Benes
O insolente por pouco não levou um tiro do soldado sentinela e ainda conseguiu criar um incidente de grandes proporções, com o envolvimento do oficial de dia e de toda a guarda do batalhão. Até mesmo o comandante teve que se deslocar ao quartel para resolver o imbróglio. Por muito pouco, não foram desalojados do 23º BC.

LANÇAMENTO DO LIVRO "HUMOR NA CASERNA"

Noite de autógrafos de Humor na Caserna, de José Luciano Sidney Marques
Apresentação: Paulo Gurgel Carlos da Silva
"O coronel médico Sidney Marques brinda a todos com o seu livro Humor na Caserna, contendo uma centena de histórias reais, marcadamente hilárias, em sua maior parte, por ele vivenciadas no decorrer de sua jornada verde-oliva. Estou certo de que a presente obra, robustecida por tantas situações engraçadas, conduzirá os leitores a um momento de descontração, regando de forma bem-humorada, a seriedade e a aridez do nosso viver." ~ Marcelo Gurgel
"No livro Humor na Caserna, Sidney Marques retrata, com muita sensibilidade, uma centena de "causos" ocorridos no ambiente austero das unidades militares onde serviu. Da maioria deles foi protagonista, em outros, coadjuvante ou mero espectador." ~ Saraiva  Junior
Ficha técnica
Título: Humor na Caserna | Autor: José Luciano Sidney Marques | Revisão gramatical: Prof.ª Tereza Lucia Fontele | Capa: Audifax Rios | Ilustrações: Benes | Projeto gráfico: Sidney Marques e Brenno Araújo | Diagramação: Alexssandro Lima | Gráfica: Expressão | Ano: 2015 | 140p. :il. | ISBN: 978-85-420-0608-7
Serviço
Dia e hora: 31/07 (sexta-feira), às 19h
Local: Parque Recreio - Salão de Eventos
Endereço: Avenida Rui Barbosa, 2727 - Fortaleza-CE
Traje: esporte fino
01/08/2015 - Atualizando a postagem com a inserção de uma fotografia
Paulo Gurgel (eu) fazendo a apresentação de "Humor na Caserna"