A NOITE DO CHÁ

Recém-casados, João Evangelista Cunha Pires e minha irmã Marta foram morar em 1972 na cidade do Rio de Janeiro, Estado da Guanabara. O engenheiro químico cearense João obtivera uma bolsa de estudo para mestrado em Engenharia Nuclear no Instituto Militar de Engenharia (IME), na Praia Vermelha, e Marta, que à época cursava Engenharia Química na UFC, em Fortaleza, para poder acompanhar o cônjuge na Cidade Maravilhosa, matriculou-se no curso de graduação da UFRJ, na Ilha do Fundão.
Eles alugaram uma quitinete na Glória.
O modesto apartamento ficava num edifício de poucos andares, no último quarteirão da rua Benjamin Constant. Convidado pelo casal, deixei Copacabana para ir morar com eles na Glória.
Lembro-me de existir naquela rua um templo da Igreja Positivista do Brasil e o Hospital da Beneficência Portuguesa em que aconteciam as sessões clínicas comandadas pelo renomado cirurgião torácico Jesse Teixeira, sempre com a brilhante participação do Dr. Amarino, um médico radiologista da cidade.  No fim da rua, à época havia também uma grande escadaria pela qual se podia ir da Glória ao Morro de Santa Teresa.
As obras da estação da Glória do Metrô do Rio já ocupavam uma parte do largo em que começava a rua Benjamim Constant. E, quando a Taberna da Glória (onde se dizia que Noel Rosa compôs "Conversa de Botequim") deu sua última função, eu fui até lá para as condolências. E, ao lado de grandes sambistas do Rio Antigo, chorei um rio pelo fechamento da casa.
Foi um tempo inesquecível minha convivência carioca com João e Marta. Por vezes, íamos a bares e restaurantes da região para tomar chopes e comer petiscos. No geral, era a universitária Marta que, em seu terceiro turno de estudo/trabalho, preparava algo para que jantássemos.
Uma noite, ela resolveu fazer um chá mate gelado para todos. A infusão do mate ficou saborosa, porém muito concentrada. Cada um bebeu um copo cheio, a seguir repetindo-o. Então, fui ao quarto de empregada, onde uma cama de campanha me esperava para a dormida. Mas essa noite de sono jamais aconteceu. Ao amanhecer, dando a peleja por perdida, levantei-me para ir trabalhar. E... o que descubro? João e Marta, ambos insones, estavam na sala do apartamento a conversar. Ninguém ali conseguira dormir um mísero minuto por conta do consumo generalizado dos alcaloides (*) da erva-mate.
Morei com João e Marta por cerca de dezoito meses. Do segundo semestre de 1972 a fevereiro de 1974, quando fui transferido pelo Exército para o Hospital de Guarnição de Tabatinga, em Benjamim Constant, um município do Amazonas, na fronteira com Peru e Colômbia.
O meu bota-fora se deu em pleno carnaval. Convidei Marta e João para irmos a um baile carnavalesco num clube em Petrópolis, cidade em que eu dava plantões médicos nos fins de semana. Foi uma noite muito agradável, embora pairasse sobre nós o pressentimento de uma saudade irremediável.
Na quarta-feira de cinzas, despedi-me deles. Parti para o Amazonas. Um ano depois, o tempo especial de trabalho na fronteira deu-me o direito de escolher minha transferência para Fortaleza.
Findo seu período de mestrado, João foi aprovado em um concurso da Petrobrás, empresa em que trabalhou até aposentar-se. Marta concluiu o curso de Engenharia Química, fez o concurso para a Petrobrás e também foi chamada para a empresa.  O casal residia em São José dos Campos-SP, quando Marta, aos 29 anos de idade, teve a vida ceifada por uma septicemia. É possível que essa doença,de natureza infecciosa, estivesse associada a efeitos causados pelo contato prolongado com agentes químicos na REVAP, a refinaria em que ela trabalhava.
João ainda residiria por muitos anos em Fortaleza. Formou-se em Direito e trabalhou com meu pai na nova profissão que abraçou. Abriu uma barraca na Praia do Futuro e gostava de ir ao Mercado dos Pinhões para ouvir MPB. A morte abrupta e inesperada em 2015 cortou-lhe outros planos.
De Marta e João, nasceu em Campinas-SP o filho Leonardo Gurgel Carlos Pires, em 1976. Órfão de mãe quando tinha apenas 3 anos, Leonardo é hoje promotor de justiça do Ministério Público do Estado do Ceará, sendo casado com Liduína Façanha. O casal tem três filhos: Leonardo Filho, Luiz Otávio e Marta Gurgel Carlos Pires (cujo nome completo é igual ao nome de casada de sua avó Marta).
(*) cafeína, teofilina, teobromina etc.
(https://vejario.abril.com.br/blog/as-ruas-do-rio/rua-benjamin-constant-e-rua-do-fialho-gloria/)
(http://museudacancao.blogspot.com.br/2012/11/conversa-de-botequim.html)
(https://youtu.be/c2B4O5hR7RU)
João e Marta

TRANSCRIÇÃO DE UM ENCÔMIO E DE UM REGISTRO FAMILIAR

Parabéns, mestre Paulo.
Fiquei impressionado com seu belo trabalho sobre a Genealogia da Familia Gurgel em que condensou indagações e respostas (64) sobre nossa família, que lhe foram dirigidas e respondidas, entre 2012 e 2017. Isto reforça o nosso esforço comum em defesa de um patrimônio imaterial, que é de todos. Isto revela que a busca de identidade e referências sobre um passado longevo e mais próximo constitui preocupação dos seres humanos que miram no retrovisor de suas vidas.
Conheci um livro, no Rio de Janeiro, sobre a família Gurgel. Já voltei varias vezes à livraria, pois moro em Niterói, e não o encontrei. Estou sempre nos sebos, pois como o berço da família está no Rio de Janeiro, hei de encontrá-lo. Tivemos um prefeito do Rio, Honório Gurgel (10º prefeito da cidade), que foi dono das terras que começam no Irajá e iam até Campo Grande. Construímos o Outeiro da Gloria (foto acima, de 1920), inclusive a Igreja de N.S. da Glória, hoje entregue a gestores incompetentes.
Estou em campanha para construir um monumento a Salvador de Carvalho Gurgel do Amaral, em Paraty, onde seu nome foi aposto numa rua que nem motorista de táxi sabe onde fica. Já consegui duas adesões de peso para a ofensiva. É o maior nome de Paraty e do Estado do Rio de Janeiro, que acolheu Tiradentes de braços abertos e que desprezou Salvador.
A proposito de nossa descendência, mando-lhe o artigo que escrevi sobre o livro que o nosso Jarbas Studart Gurgel pretendia publicar para marcar os 300 anos da chegada da família Gurgel no Nordeste e que resgata muitos outros ramos da família Gurgel. Ele me pedira para escrever a apresentação., estive em sua casa antes de sua morte, me deu um exemplar xerocado.
Adicionei grifos e links. PGCS
---------------------------------------------------------------------------------------
Por ultimo, quando tiver espaço, peço um registro familiar.
Minha filha, Ivana Marilia Mattos Dias Serra e Gurgel, engenheira química com mestrado na COPE, da UFRJ, e que trocou a Engenharia pela Diplomacia acaba de ser promovida a Ministro de 2a. classe e removida para Bruxelas, onde será Ministra Conselheira da Delegação do Brasil junto a Comunidade Econômica Europeia. Não é nada, não é nada, sei que há muitos Gurgel diplomatas, mas ela tem no nosso ramo de Gurgel uma referência: um irmão do meu bisavô, José Gurgel do Amaral Valente, nascido em Aracati, foi o último embaixador do Brasil nos Estados Unidos, no Império, e o primeiro da República.O meu bisavô que é o fundador da família Gurgel Valente, de Acopiara. se chamava Henrique Gurgel do Amaral Valente, também irmão do nosso Teófilo Gurgel Valente, fundador da Siqueira Gurgel. em Fortaleza
Forte abraço.
JB Serra e Gurgel

RAÍZES DE LUIZ: REDENÇÃO E ACARAPE

Paulo Gurgel Carlos da Silva
Os dois municípios, Redenção e Acarape, se conectam pela rodovia CE 060 como se um dos municípios fosse o prolongamento urbano do outro. Guardam as mesmas características do solo, fértil e propício ao cultivo da cana-de-açúcar, assim como os mesmos referenciais hídricos, que são as águas originárias do rio Pacoti, de seus afluentes e o represamento delas a jusante no açude Acarape do Meio.
Origem e formação de Redenção
Primitivamente, o nome Acarape designava a sede de Redenção. Suas origens remontam ao século XVIII, quando ali se instalaram os primeiros agricultores, beneficiários das vastas e fecundas terras da região.
Ainda pertencente à Vila de Baturité, Acarape (atual Redenção) passou a ter o seu distrito policial, cujo registro guarda como instrumento de apoio o Ato Provincial de 18 de março de 1842. Em 1868, Acarape foi desmembrada de Baturité e elevada à categoria de Vila. A elevação à categoria de Vila provém da Lei nº 1.255, de 28 de dezembro de 1868, com a instalação do Poder Municipal em 28 de agosto de 1871.
Pelo pioneirismo na libertação dos escravos no Estado do Ceará, foi outorgado a Acarape o nome de Redenção. A elevação à categoria de Município provém da Lei Provincial nº 2.167, de 17 de agosto de 1889, com o nome outorgado, memória rediviva da redenção do negro no Ceará.
Origem e formação de Acarape
O atual município de Acarape foi o antigo povoado de Calaboca (ou Cala Boca). Ainda modesto, o povoado de Calaboca quis então homenagear suas origens, e passou a chamar-se Acarape a partir de 1926.
Antes, porém, desse fraternal e justo acontecimento, a povoação de Calaboca recebeu do acaso a cota de benefício pelo qual foi responsável a Ferrovia Fortaleza-Baturité. Esse benefício constou da Estação Ferroviária, construída pela Companhia e inaugurada a 26 de outubro de 1879.
O povoado, então, despertou de sua longa apatia, e pequenos comerciantes se estabeleceram na localidade. Com isso, a população do povoado rapidamente cresceu. Ao chegar o momento oportuno, seus moradores se arregimentaram, requereram e obtiveram a elevação do povoado à categoria de Vila, tendo como instrumento de apoio a Lei nº 2.376, de 18 de setembro de 1926, ganhando, também, a mudança de nome para Acarape. Sua elevação à categoria de Município, já com a denominação atual, provém da Lei nº 11.308, de 16 de abril de 1987.
Com a desativação do trem de passageiros em 1988, a estação fechou. Por alguns anos, abrigou a Secretaria de Cultura de Acarape e atualmente o prédio da estação é a sede do Paço Municipal.
Foto: PGCS, em 8/11/2017
Luiz, o filho de Acarape
Em 1916, passada a Seca de 15, nossos avós paternos José e Valdevina deixaram Pereiro e fixaram residência em Acarape, à época fazendo parte do município de Redenção, onde José Carlos adquiriu uma propriedade rural conhecida por “Pau Branco”. Naquelas terras banhadas pelo Rio Pacoti, como era de vocação da região, José Carlos passou a investir no plantio da cana-de-açúcar, além de algumas culturas de subsistência.
O consórcio de José e Valdevina Carlos da Silva gerou sete filhos que “vingaram”. Nascido em 1918, Luiz Carlos foi o segundo dos filhos do casal, sendo o primeiro deles a nascer em Acarape.
Luiz fez o Curso Primário de 1927 (ao que tudo indica) a 1931 em uma escola municipal em Redenção, condição que o obrigava a percorrer, diariamente, mais de uma légua a pé ou, ocasionalmente, no lombo de um jumento, para superar a distância que separava o sítio Pau Branco do local de aprendizado.
A Seca de 32 produziu um rude golpe em sua carreira de estudante. Seu pai, que esperava usar parte dos recursos amealhados em 1931, para enviá-lo a Fortaleza, onde Luiz daria início a seu curso ginasial, viu-se impossibilitado de fazê-lo, porque a prioridade, agora, era lutar pela manutenção de toda a família.
Na vigência da seca e nos dois anos seguintes, Luiz teve de continuar no meio rural, enfrentando o duro labor de arar e semear a terra, sob o sol escaldante, além de moer a cana e cuidar dos animais de criação para ajudar a prover o sustento da família.
Finalmente, em 1935, após aprovação em exame admissional, ingressou no Colégio Cearense do Sagrado Coração.
Luiz, o filho adotivo de Fortaleza
Concluído o curso de Direito, Luiz jamais esqueceu sua terra natal. Como advogado, ia semanalmente a Acarape e Redenção onde prestava assistência jurídica a uma numerosa clientela. Nos períodos eleitorais, era nestes municípios que ele obtinha uma parcela significativa dos votos como candidato a deputado pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e, depois, pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT). Por muito tempo, o getulista Luiz foi a principal liderança local do PTB.
Além disso, havia o sítio Pau Branco. Administrado pelo irmão caçula Valter, que continuou a morar em Acarape, era com ele que Luiz trocava frequentes ideias sobre os rumos na condução da propriedade. Houve ainda um período em que ele se dedicou ao comércio de aguardente. Luiz comprava em Acarape tonéis desta bebida para engarrafá-la em Fortaleza, sob os nomes de “Esportiva” e “Uiscana”.
Cronologia
1842 - Criação de um distrito policial em Acarape, Baturité.
1868 - Acarape é desmembrada de Baturité e elevada à categoria de Vila.
1879 - É construída uma estação de trem da Ferrovia Fortaleza-Baturité em Calaboca, povoado da Vila de Acarape.
1889 - Acarape, com o nome de Redenção, é elevada à categoria de Município. 1915 - Seca do 15 no Ceará
1916 - José e Valdevina fixam residência em Calaboca.
1918 - Nasce Luiz Carlos da Silva.
1919 - Ano de seca no Ceará
1926 - Calaboca passou a se chamar Acarape, em honra às origens.
1932 - Ano de seca no Ceará
1935 - A família Carlos da Silva passa a morar em Fortaleza e Luiz ingressa no Colégio Cearense.
1987 - Acarape passa a ser Município.
São considerados como anos de seca, aqueles em que o desvio anual normalizado pela média, em todo o Estado do Ceará (Figura 1), apresentou um valor inferior ou igual a –40%. Segundo este valor os anos foram (1915, 1919, 1932, 1958, 1983, 1993 e 1998).
Referências
ACARAPE. Site: www.ceara.com.br. Disponível em: http://www.ceara.com.br/m/acarape/index.htm. Acesso em: 25/11/2017.
ACARAPE. Site: pt.wikipedia.org. Disponível em: . Acesso em: 25/11/2017.
ALVES, J.M.B. et al. Principais secas ocorridas neste século no Estado do Ceará: uma avaliação pluviométrica. Disponível em: http://www.cbmet.com/cbm-files/13-1380726e80520f5fb2161d562051b1ad.pdf. Acesso em:25/11/2017.
ESTAÇÕES FERROVIÁRIAS DO BRASIL. Site: www.estacoesferroviarias.com.br. Disponível em: http://www.estacoesferroviarias.com.br/ce_crato/acarape.htm. Acesso em: 25/11/2017.
REDENÇÃO. Site: www.ceara.com.br. Disponível em: http://www.ceara.com.br/m/redencao/index.htm. Acesso em: 25/11/2017.
REDENÇÃO. Site:pt.wikipedia.org. Disponível em: . Acesso em: 25/11/2017.
SILVA, G.G.C. da. Avós paternos. In: SILVA, M.G.C. da; ADEODATO, M.G.C. Dos canaviais aos tribunais: a vida de Luiz Carlos da Silva. Fortaleza: Edições UECE/ Expressão, 2008. p.19-22.
SILVA, M.G.C. da. A formação educacional de Luiz Carlos da Silva. In: SILVA, M.G.C. da; ADEODATO, M.G.C. Dos canaviais aos tribunais: a vida de Luiz Carlos da Silva. Fortaleza: Edições UECE/ Expressão, 2008. p.63-70.
SILVA, M.G.C. da. Refazendo o caminho: passado e presente de uma família. Fortaleza: Edição do autor, 2012. 144p.
SILVA, P.G.C. da. Moradas e vizinhos. In: SILVA, M.G.C. da; ADEODATO, M.G.C. Dos canaviais aos tribunais: a vida de Luiz Carlos da Silva. Fortaleza: Edições UECE/ Expressão, 2008. p.39-41.
SILVA, P.G.C. da. O Tigre da Abolição. Site: Linha do Tempo. Disponível em: http://gurgel-carlos.blogspot.com/2017/11/o-tigre-da-abolicao.html. Acesso em: 29/11/2017.
===================================================
JB Serra e Gurgel fez publicar este artigo no jornal "Ceará em Brasília", edição 314, de agosto de 2018. Obrigado, conterrâneo.

CASAMENTO DE CAMILA E YAN

A cerimônia de casamento de Camila e Yan, ela - filha de José Francisco da Cunha e Louiziane Gurgel da Cunha, e ele - filho de Roberto Lobo e Florence Lobo, será realizada hoje (9), às 20 horas, no Maison Fest Buffet, na Rua Dr. Francisco Gadelha, 855 - Luciano Cavalcante, em Fortaleza, Ceará.
Após a cerimônia, os convidados serão recepcionados no local.
10/02/ 2018 - Atualização da notícia com a inserção de uma foto
Crédito da imagem: PGCS

O ENGENHEIRO QUE VIROU BAIRRO (2)

Em outubro de 2010, aqui postei a nota Linha do Tempo: O ENGENHEIRO QUE VIROU BAIRRO. Nestes termos:
Em 1922, a Rede Viação Cearense (RVC) inaugurou uma de suas estações no quilômetro 3 da linha férrea Fortaleza-Crato. Algum tempo depois, a estação recebia o nome de Otávio Bonfim, em homenagem a um dos engenheiros da RVC. A região de Fortaleza que se desenvolvia em torno dessa estação logo passou a ser chamada de bairro Otávio Bonfim. E a mudança de sua designação para Farias Brito (o nome de um filósofo cearense), apesar de ter caráter oficial, até hoje não "pegou". Ao lado, uma autêntica raridade: a reprodução de uma fotografia do engenheiro Otávio Bonfim.
Pois bem. Não havia, até então, essa imagem disponível. Pelo menos, na internet, que é atualmente a grande fonte das imagens. Um dia, casualmente, ao assistir a um programa da TV local sobre o bairro Otávio Bonfim, percebi uma fugaz exibição dessa imagem. Localizado no YouTube o vídeo em que ela se encontrava, congelei-a em meu computador, fiz um print screen (captura de tela) e editei-a.
Publicada em Linha do Tempo, a reprodução fotográfica fez carreira própria. Através do site Estações Ferroviárias (o mais completo do gênero no Brasil), onde foi novamente publicada, a foto do engenheiro chegou à primeira página do Google. E quem pesquisa textualmente "Otávio Bonfim" no gigante das buscas logo se depara com a imagem do engenheiro na caixa de endereçamento para a Wikipédia.
Acesso em 28/01/2018, 16;41
Atualizei: LIVROS QUE FALAM DO BAIRRO OTÁVIO BONFIM COM SEUS FRANCISCANOS FRADES E A FAMÍLIA GURGEL-CARLOS