O RETRATO DA TURMA DO COLEGIAL

A acidental queda de um livro da estante pode nos levar para tão longe...
Como já disseram: a queda de uma folha das árvores é orquestração de Deus!

Diogo Fontenelle

Cai da estante um livro com uma velha fotografia,
É o retrato perdido da turma do colegial reunida.
É um clarão de saudade pelo olhar azul-fantasia,
É a fotografia risonha de tanta esperança florida.

A velha turma pouco se reuniu ao apagar do sonho,
Era tanto encantamento a virar apenas sono vazio.
Eis que havia um tempo para cada plantio risonho,
Um tempo para cada floração de lírio e lótus do rio.

A velha turma pouco se reuniu ao longo dos enganos,
Cada qual seguiu seu labirinto pelo remar do destino.
Quantos futuros deixamos de povoar feito ciganos?
Ó ilusões da Juventude gazela a dobrar alegres sinos!

A PRAÇA E O VENTO

Houve um tempo na mui leal e heroica cidade de Fortaleza de Nossa Senhora de Assunção em que os rapazes ficavam na Praça do Ferreira à espera do vento que levantava as saias das moças.

PEQUENO COMENTÁRIO SOBRE "CONFISSÕES DE AMOR"

Fortaleza, 10 de Agosto de 2016​
Minha querida Ana Margarida, seu "Confissões de Amor" é um tratado minuciosamente documentado sobre o amor verdadeiro, podendo-se considerar como uma projeção amplificada do ato de amar por dois seres que se encontram e se definem numa unificação completa, com base na admiração, entendimento, atrações físicas e intelectuais.
Seu "Confissões..," não me surpreendeu pelas revelações claras e sinceras de seu "radioso amor" por Rose e dele por você, como está no bilhete, em que ele próprio afirmou "como é radioso o seu amor", em 10 de julho de 1994.
Digo isso porque fui testemunha dos primeiros momentos em que raios te atingiram, trovões ribombaram e relâmpagos "radiosos" encheram a sala do I Workshop sobre Tabagismo, no Hotel Paia Verde, em Fortaleza, em 3 dezembro de 1993. Senti-me desde então extravasante de entusiasmo pelo surpreendente desencadear de uma paixão tão intensa, tão seminal.
Seu tratado desmente por completo a teoria de que a paixão é transitória e de que o amor incondicional é o sentimento que a substitui e é perene.
Você e Rose provaram o contrário. São protagonistas da única junção Paixão-Amor de que tenho notícia no meu dia a dia, que nunca se apartaram, mas imanaram-se. O Amor-Paixão virou o eterno amor apaixonado.
Não deixo por menos essa minha colocação: desde o primeiro momento, naquele "Workshop" acendi a percepção de que nascia naquela hora um caso de amor, no mínimo especial e fadado a ser profícuo por todos os tempos.
Esse amor contagiou e ainda contagia os que estiveram inseridos no contexto original dessa escalada sentimental, ou que tiveram acesso aos seus escritos. Esses servem e servirão para uso fruto dos que têm aura própria para sucumbirem ao amor e até dos que não a têm.
Olho para você Ana, e vejo AMOR.
Grande e forte abraço de uma admiradora de longas datas, que a tem na mais elevada estima e consideração, como colega, amiga e escritora.
Parabéns efusivos por seu "Confissões de Amor".
Márcia Alcântara Holanda, médica pneumologista
membro da Academia Cearense de Medicina
(nota transcrita do blog MEMÓRIAS)

PESSOA SUSPEITA

Bolsa de Valores de Brasília, 1975 ou 1976.
Com os grande amigos, Pedro Paulo Chaves e Nivaldo Soares da Costa.
À esquerda, cabeludo, calça vermelha, camisa xadrez, um indivíduo totalmente em desacordo com um ambiente de mercado de capitais. Pior ainda, era Operador de Pregão e depois se tornou Chefe de Divisão.
Segundo a Abin, Fernando Gurgel Filho, colaborador de EntreMentes e Linha do Tempo, seria hoje uma pessoa suspeita de atos de terrorismo.

A AVENIDA BEZERRA DE MENEZES

A Avenida Bezerra de Menezes corta quatro bairros: Otávio Bonfim, Monte Castelo, São Gerardo e Parquelândia. Começa na esquina com a Rua Padre Ibiapina e termina no cruzamento com a rua Humberto Monte.
A via tem este nome em homenagem a Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti (Riacho do Sangue, 29 de agosto de 1831 — Rio de Janeiro, 11 de abril de 1900), que foi médico, militar, escritor, jornalista, político, filantropo e expoente da doutrina espírita. Bezerra de Menezes era conhecido como "O Médico dos Pobres".
Antônio Bezerra, que foi seu pai, emprestou também o nome ao antigo distrito de Antonio Bezerra, atualmente desmembrado em vários bairros de Fortaleza.
High lights
Dentro das comemorações dos 84 anos do poeta Juvenal Galeno da Costa e Silva, foi inaugurada a Rua Juvenal Galeno, com início na Praça Paula Pessoa (São Sebastião) e prosseguindo em direção ao poente. É hoje o início da Avenida Bezerra de Menezes. Existe no Benfica outra Rua Juvenal Galeno. Fonte desta informação: Portal da História do Ceará (27/09/1920)
1959 - Inicio do alargamento da Avenida Bezerra de Menezes.
1966 - Inauguração pelo prefeito general Murilo Borges da "Nova Bezerra de Menezes", unindo a Praça Paula Pessoa (São Sebastião) à Avenida Mister Hull.
No dia de inauguração, depois do corte da fita simbólica pelo prefeito, teve início uma grande confraternização entre os moradores da região, que promoveram um grande banquete numa mesa quilométrica repleta de iguarias, ao longo da avenida. Sou testemunha ocular dessa história. Dizia-se que a "Nova Bezerra de Menezes", com seu passeio central, acostamento, várias pistas e retornos, seria a avenida que "ensinaria o fortalezense a dirigir o carro no trânsito de uma cidade grande".
2015 - Implantação pelo prefeito Roberto Claudio do Corredor Expresso da Avenida, com 8,2 km de extensão, para reduzir o tempo de viagem das linhas de ônibus que transitam na região.
Ver também 
OTÁVIO BONFIM. COMÉRCIO, INDÚSTRIA E SERVIÇOS..., O BONDE ALAGADIÇO, A LINHA GRANJA PARAÍSO e ZÉ PINTO - 2

CASAMENTO DE LIANA E RAFAEL

A cerimônia de casamento de Liana e Rafael, ela - filha de Antônio Aniceto de Almeida e Sofia Maria de Oliveira Almeida, e ele - filho de José Gurgel Carlos da Silva e Isabel de Fátima Vieira dos Santos, será realizada hoje (6), às 16 horas e meia, no Buffet Le Jardin, no Parque Manibura, em Fortaleza, Ceará.
Após a cerimônia, os convidados serão recepcionados no mesmo local.
07/08/2016 - Atualizando esta postagem:
A cerimônia de casamento foi oficiada no próprio buffet. E, na recepção que transcorreu com leveza, os convidados foram brindados com um empolgante show de Gleidson Jackson, o cover cearense de Michael Jackson.
Rafael e Liana

O OBELISCO DA PRAÇA DA LIBERDADE EM REDENÇÃO-CE

Foto 1
A região dos sopés do Maciço de Baturité e ao redor das margens do Rio Acarape/Rio Pacoti, que era habitada por várias etnias indígenas, recebeu a partir do século XVII diversas expedições militares e religiosas.
Com a implementação da pecuária no Ceará no século XVII, as terras de Redenção também foram beneficiadas com a agricultura da cana-de-açúcar. A partir do século XIX, engenhos de Redenção tiveram como mão de obra escravos africanos, desta forma senzalas e pelourinhos vieram a fazer parte do modelo urbano.
O povoado que deu origem à vila foi uma distrito policial criado em 1842 e depois desmembrado de Baturité, em 1868, com o nome de "Acarape". No ano de 1871, foi instalada a Câmara Municipal da cidade.
Em 1882, foi criada a "Sociedade Redentora Acarapense". Em 1 de janeiro de 1883, chegavam à então Vila Acarape, abolicionistas como Liberato Barroso, Antônio Tibúrcio, Justiniano de Serpa, José do Patrocínio e João Cordeiro, com a finalidade de assistirem a alforria de 116 escravos do lugarejo. A partir daquele ato, em frente à igreja matriz local, não haveria mais escravos ali, ganhando a vila o nome de Redenção, pioneira em libertar seus escravos no País.
Em reconhecimento ao fato de ter sido a primeira cidade do Brasil a abolir a escravidão, Redenção passou a sediar a UNILAB - Universidade Federal de Integração Luso-Afro-Brasileira, desde 2009.
Fonte: Wikipédia
Foto 2
Foto 1 - Obelisco construído em 1933, em homenagem ao cinquentenário da abolição em Redenção e à Sociedade Redentora Acarapense. Localiza-se na Praça da Liberdade, no centro da cidade.
Foto 2 - Selfie próximo ao pedestal do monumento.

ELSIE STUDART: TRÊS ANOS DE SUA PARTIDA

Do Blog do Marcelo Gurgel:
A data de hoje (25), o Dia do Escritor, marca os três anos da partida deste mundo terreno da Profa. ELSIE STUDART GURGEL DE OLIVEIRA, acontecida em Fortaleza, em 25/07/2013.
No ano de 2014, a passagem de um ano de seu falecimento foi lembrada nas atividades: Palestra: Tributo à Elsie Studart, no Auditório do ICC; Missa de um ano de falecimento, na Igreja de S Raimundo; e Lançamento do livro Religio, na Capela do Hospital do Exército.
No transcurso desses três anos, como demonstração de amizade e de apreço, temos buscado manter viva a sua memória, por intermédio de: homenagens especiais, publicação de artigos sobre ela e lançamentos de suas obras literárias póstumas.
Isso tem concorrido, também, para mitigar a saudade que nos acompanha desde então.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Amigo da família Studart Gurgel
Notas de/sobre Elsie Studart no Linha do Tempo
AS MARCAS DO OTAVIO BONFIM | OTÁVIO BONFIM: O BAIRRO DAS DORES E DOS AMORES | DE CABRITOS A ACADÊMICOS OU VICE-VERSA | OS 60 ANOS DE MARCELO | ENSAIOS SOBRE O CINE FAMILIAR | O LANÇAMENTO DO "SACOLETRAS" | ABRINDO O "SACOLETRAS" | PESAR POR PROFª. ELSIE STUDART GURGEL DE OLIVEIRA | LIVROS DE ELSIE STUDART | LANÇAMENTO DO LIVRO "RELIGIO" | LANÇAMENTO DO LIVRO "VINTE CONTOS SEM RÉIS"

CARTAS ANTIGAS

Diogo Fontenelle
"A saudade é dor pungente, morena.
A saudade mata a gente, morena."
(João de Barro)

Cartas na gaveta secreta da escrivaninha, há muito esquecidas,
Cartas de palavras que já perderam os seus lumes e perfumes.
Se foram cartas de finado amor, de singelas ternuras perdidas...
Quem há de saber? Quem embalou tão profundos queixumes?

Cartas de caligrafias sinuosas a escalar cordilheiras de ânsia,
A conduzir paixões selvagens pelas roldanas do peito juvenil.
Eram caligrafias risonhas de alunos em férias numa estância
A girar o pião das benquerenças pelo cordão do sonho febril.

Cartas sumidas pelos verdes horizontes dos azuis-sonhares
A assobiar orvalhadas músicas das madrugadas de serenata.
Cartas ancoradas em vozes veladas, em desmaiados olhares
A revelar que a vida é canto de passarinho em breve sonata.

EM POUCAS E BOAS LINHAS

Alguns artistas, em momentos diferentes, já andaram desenhando e caricaturando este escrevinhador. Uns poucos desenhos que coloquei neste slideshow.
Não me julgo um Adônis. E me desculpem por esta "massagem" que eu faço no ego.

MIGUEL SANTIAGO GURGEL DO AMARAL

Presidente do Instituto de Previdência do Estado do Ceará - IPEC no período de 25 de fevereiro de 1947 a 28 de março de 1955.
Em 28 de outubro de 1951, dia dedicado ao funcionalismo público, foi lançada a pedra fundamental da ‘Cidade dos Funcionários’, nas proximidades de Messejana, no lugar Cajazeiras, onde o IPEC, por iniciativa de seu presidente Miguel Gurgel adquiriu e loteou vasta área de terreno para revenda a seus associados.
Em 5 de abril de 1966, ele foi empossado na Provedoria da Santa Casa de Misericórdia, ocupando a vaga deixada com o falecimento do Desembargador Feliciano de Ataíde.
Foi também secretário geral do Diretório Executivo Estadual da União Democrática Nacional – UDN.
Em 18 de junho de 1970 o Instituto de Previdência do Estado do Ceará - IPEC inaugurou o Posto Médico Gurgel do Amaral, na Cidade dos Funcionários.
Miguel Gurgel escreveu o livro "Porteiras e Currais" sobre a genealogia dos Gurgel e dos Oliveiras no Ceará. PORTEIRAS E CURRAIS e UMA BIBLIOTECA SEM PORTEIRAS...
Miguel Gurgel, com esposa e filhos
Fontes
http://www.issec.ce.gov.br/index.php/component/content/article/43-ipec/386-miguel-santiago-gurgel-amaral-1947-1955
http://www.museu-emigrantes.org/docs/biografias/a%20familia%20gurgel.pdf (fazenda Porteiras)
https://pt-br.facebook.com/permalink.php?story_fbid=592869834173062&id=497515433708503 (comunidade Jaguaruana em preto e branco)
http://gurgel-carlos.blogspot.com.br/2011/02/o-douto-miguel-gurgel.html
Tenho interesse em possuir um exemplar (ou cópia) do livro supracitado. Quem souber onde/como encontrar "Porteiras e Currais" (edição esgotada) informe-me pela seção de comentários desta postagem.

OSMAR DO CAMARÃO

Localizava-se no Mucuripe (cujas velas já foram cantadas por Fagner e Belchior), uma região habitada por pescadores.
O estabelecimento surgiu nos anos 70, fundado pelo cearense José Osmar Silva, funcionou até 2013, e teve o seu melhor período antes de surgirem os restaurantes no alto do Morro de Santa Terezinha.
Fortaleza é uma cidade plana, e a reurbanização do morro propiciou o surgimento de bares e restaurantes que ofereciam a seus frequentadores, além dos serviços específicos desses estabelecimentos, uma visão privilegiada da cidade.
O Osmar do Camarão, fiel ao nome do estabelecimento, tinha como prato principal o camarão. E, quase sempre, eu pedia naquele lugar o seu famoso camarão ao molho.
O restaurante funcionava nos fundos da casa do proprietário e, para chegar lá, o cliente precisava de esgueirar-se por um beco com dois palmos de largura que ficava ao lado da casa. Só esse detalhe já era uma atração à parte.
Pessoas famosas que chegavam a Fortaleza desejavam conhecer: o camarão do Osmar e o respectivo beco, não necessariamente nesta ordem.
Comentava-se que, não poucas vezes, o dono tivera de abrir a porta da frente da casa para que alguns fregueses pudessem ter acesso ao restaurante. Um deles foi o apresentador Jô Soares. Mas essa deferência só acontecia para pessoas especiais – de alto IMC.
Ver a reportagem c/ vídeo:
Acesso a restaurante cearense era feito por beco de dois palmos, Tribuna do Ceará
Provável endereço: Travessa São João, 386 - Varjota
Rua S João do Mucuripe, 386, 60175-430

O MILAGRE DO SABER-SENTIR

Diogo Fontenelle
Bruno Paulino adentra o universo poético mediante a obra "Balada Noturna, Dolente e Amorosa" à luz do saber-sentir. Trata-se de uma brochura com poucas páginas, mas que não significa obra menor. Sabe-se muito bem que, no âmbito da Poesia, a cada momento, legitima-se cada vez mais o provérbio português: "São nos pequenos frascos que estão as grandes essências".
O saber-sentir é a porta da frente do legítimo fazer poético, aquele plasmado além-receita de bolo. Guiado pelo ouvido-melodia, – acima de tudo pelo coração-azul-sonhar! -, Bruno Paulino, noivo da Poesia, inventa trilhas e veredas pelo labirintear da palavra feito verso.
O fato é que a Poesia requer dedicação feito técnica. Mas, muito mais que isso, requer devoção feito dom do Mais Alto. Poesia é a arte do pactuar com o Mais Além, é rastrear os sopros de Deus. Nessa rota-mistério, segue Bruno Paulino em sua cigania pelo verbal, à mercê do desejo de colorir o mundo. Nesse horizonte do mágico, convém sublinhar, em que ser poeta é dedilhar as muitas cordas do coração humano, é coisa-não aprendida de fato, que tenta apreender o Divino. Coisa ofertada por Deus em sua misericórdia e Graça.
O poeta em revelação, pelo sertão reluzente do Quixeramobim, conta com o saber-sentir ao dobrar dos sinos da fabulação oriunda do seu prosear, enquanto contista-cronista. Soma-se, agora, o vigor do verbal encantatório iluminado pela musicalidade, exigência primeira do fazer poético. É notória a percepção de que não existe Poesia sem Melodia, são corpo e alma inseparáveis a animar o viver-sonhar. Portanto, cabe-me apenas desejar Boa Viagem ao poeta que nasce - já marcado pela sensibilidade – para a missão do reflorir o mundo.
Site de Bruno Paulino: www.lanasmarinheiras.blogspot.com.br

CAETANO XIMENES ARAGÃO

Uma notícia bio-bibliográfica colhida no Dicionário da Literatura Cearense, organizado por Raimundo Girão e Maria da Conceição Sousa.
desenho: João Monteiro
ARAGÃO (CAETANO XIMENES DE). Filho de Roberto Ximenes Aragão e Edite Ximenes Aragão, nasceu no dia 24 de fevereiro de 1927, em Alcântaras, Ce. Primeiros estudos com professores particulares e os demais no Colégio Farias Brito e no Colégio Sobralense. Médico pela Faculdade de Medicina da Bahia, diplomado em 15 de dezembro de 1952. Foi membro da Academia Cearense de Medicina, Cadeira No. 29, de que é Patrono João Estanislau Façanha. Fez clinica geral. Pertenceu à Diretoria do Centro Médico Cearense e foi Secretário do Conselho Regional de Medicina do Ceará. Poeta de fina inspiração, publicou, todos de poesia - O Pastoreio da Nuvem e da Morte, 1975, Romanceiro de Bárbara, 1980; Sangue de palavra, 1981; Caetanias, 1985, que se compõe de um poema, dito pelo poeta, "escrito na contramão, juntando os fragmentos do poema. Recuperando o mito de Orfeu no homem das idades atômicas, o poema foi tecido a partir dessa consciência trágica, numa tentativa de integrálo". E acrescenta: "Em poesia não deve haver só uma medida que limita, mas múltiplas medidas que a transformam; só um ritmo monocórdico, que ensurdece, mas a diversidade rítmica, criadora e libertária"(Posfácio). Caetano Ximenes de Aragão faleceu em Fortaleza, em 14 de julho de 1995.
Fontes para estudo crítico:
Francisco Carvalho, “Apresentação "in" O Pastoreio da Nuvem e da Morte; Dimas Macedo, Leitura e Conjuntura, p. 35-36; Sânzio de Azevedo. Literatura Cearense, p. 561-565; José Alcides Pinto, Política da Arte I e II; Braga Montenegro, "Entrevista", O Povo, Fortaleza, 26.08.79.
Outras fontes:
Três escritores cearenses na II Feira Brasileira do Livro, por Carlos d’Alge
http://www.revistadeletras.ufc.br/rl18Art10.pdf (p. 69-73)
CAETANO XIMENES ARAGÃO E O CANTO PELA UNIDADE DO HOMEM (ENSAIO D'O POETA DE MEIA-TIGELA), por Manuel Bulcão, blog A arte do conceito
A República do Crato, blog EntreMentes
EM DEFESA DA POESIA, por CXA, Preblog
ILHA DOS CORNOS, Preblog

HOTÉIS E POUSADAS EM BATURITÉ E MUNICÍPIOS PRÓXIMOS

Maranguape
Pousada Pirapora
(85) 3341-7529, 98672-3212
Outros: Encanto da Serra, Cascatinha
Pacatuba
Pousada das Andreas
(85) 3345-1252 https://www.facebook.com/pages/Pousada-das-Andreias/185890974781021
Guaiuba
Hotel Fazenda Vale do Juá - Ñ
(85) 3246-7201 http://www.valedojua.com.br/
Redenção
Hotel das Maracanãs
(85) 98797-2728 http://hoteldasmaracanas.site.com.br/
Aracoiaba
Pousada Petiscar
(85) 3337-1208 https://www.facebook.com/pages/Pousada-Petiscar/456830431018210
Baturité
Hotel Colonial
(85) 3347-0167 http://www.hotelcolonialbaturite.com.br/
Hotel Colonial
Hotel Olho d'Água
(85) 3347.0753 http://hotelolhodaguabaturite.com.br/hotel/
Mosteiro dos Jesuítas
(85) 3347-0362 http://www.mosteirodosjesuitas.com.br/
Hotel Padre Cícero
(85) 3347-0102
Outros:Hotel Principal, Fazenda Hotel Repouso das Águas, Pousada Salzburg
Guaramiranga
Remanso Hotel de Serra
(85) 3325-1222 http://www.remansohoteldeserra.com.br/
Chalé das Montanhas
(85) 3246 1165 http://www.chaledasmontanhas.com.br/
Pousada dos Capuchinhos
(85) 3321-1112 http://www.pousadadoscapuchinhos.com.br/
Outros: Cabana da Serra, Hotel Montenegro, Hotel Vale das Nuvens, Pousada Le Monte Cristo
Pacoti
Chalé Nosso Sítio
(85) 3476 7676 http://www.chalenossositio.com.br/v02/index.php
Estância Vale das Flores
(85) 3264 6365 http://www.valedasflores.com.br/
Outros: Pousada Sítio Olho d'Água, Pousada Recreio
Palmácia
(a completar)
Mulungu
Le Rêve Pousada
(85) 3328.1205 http://lereve.com.br/
Pousada La Dolce Vita
(85) 9 8741 4624
Aratuba
(a completar)

http://www.hotelinsite.com.br/

LANÇAMENTO DE LIVRO E PALESTRA

1
Vera Lúcia Figueiredo Costa Rocha lança hoje (9), às 19 horas, no Hotel Vila Galé, na Praia do Futuro, em Fortaleza, o seu livro Cangaço: Ecos na Literatura e Cinema Nordestinos.
A autora é graduada em Letras Vernáculas pela Universidade Federal da Bahia, possui mestrado em Literatura Brasileira pela Université Nouvelle Sorbonne  e, atualmente, é professora adjunta da Universidade Estadual do Ceará.
Vera Figueredo tem ensaios, entrevistas e outros livros publicados sobre o tema do Cangaço.
Ver: http://lampiaoaceso.blogspot.com.br/2015/07/novidades-na-latada-do-cariri-cangaco.html, por Kiko Nogueira
2
O professor Marcelo Gurgel Carlos da Silva, da Universidade Estadual do Ceará (UECE), ministra hoje (9), na cidade de Paris, França, uma conferência sobre o tema A Epidemiologia do Zikavírus no Brasil. A conferência acontecerá às 20h30, na Fundação Casa Brasil (Maison du Brésil).
Fonte: Portal da UECE, Assesoria de Comunicação, Notícias

12/06/2016 - Mensagem
Estimados amigos Paulo e Elba,
Fiquei felicíssima com a presença de vocês no lançamento do meu livro.
Agradeço também o fato de ter sido citada no Blog, Paulo.
Aqui fica o meu abraço solidário para a sua simpática família e você.
Vera

ALMOÇO EM FAMÍLIA

Natália e eu comemoramos ontem nossos aniversários natalícios.
Local: Cabaña del Primo e Gelateria Belluce.
Foto (da esquerda para a direita): Natália, Rodrigo, eu (Paulo), Elba e o neto Matheus. Érico e Aline, que passavam o fim de semana em Porto das Dunas, chegaram em seguida.

O GUARDA-NOTURNO


Diogo Fontenelle

Companheiros de voo de avião, de vagão de trem,

Pessoas encontradas pelo caminho uma única vez.

O velho guia amazonense do cruzeiro para Belém,

A gentil camareira marroquina da pousada de Fez,

O taxista d’O Porto perdido no subúrbio de Lisboa,

A bela florista cigana argelina da ruela de Sevilha,

O garçom do bar do Bixiga na São Paulo da Garoa...

São visões de anônimos da minha alma andarilha,

Vozes e clarões da noite que destilo em romaria.

Sou o guarda-noturno do viver-sonhar em cigania.

COMIDA DI BUTECO

Numa festa de final de ano da extinta Rádio Gerais, o então produtor do programa Momento Gourmet - Eduardo Maya - propõe a João Guimarães, proprietário da emissora, e Maria Eulália Araújo, Gerente de Marketing e Comercial, a criação de um evento valorizando a cozinha de raiz e os botecos da cidade de Belo Horizonte. Com apoio financeiro e de mídia da Rádio Gerais e batizado de Comida di Buteco, nasce o pioneiro dos concursos dedicados exclusivamente aos botecos brasileiros.
Mas por que "Buteco"?
Buteco, assim com "U", é como os mineiros chamam carinhosamente seus bares de estimação. O bar que é sinônimo de comida boa, ambiente democrático e de descontração, e que preserva o formato de sempre.
Ao longo dos anos, o concurso Comida di Buteco foi caindo no interesse das pessoas de outras regiões e atualmente é realizado em 20 cidades.
O que é o buteco

  • O buteco é um lugar sem sobrenome,mas com muita história.
  • Onde não há cor, porque é colorido por natureza.
  • Onde não existe nacionalidade, mas todos falam a mesma língua.
  • Onde não tem preconceito, religião ou profissão.
  • Onde todos falam de tudo e de todos.
  • O buteco é um lugar onde se faz amizades e se paquera.
  • O buteco é cultura e cumplicidade.
O Comida di Buteco em Fortaleza
A partir de 2011, Fortaleza também passou a sediar o referido concurso e, na edição de 2016, foram estes os vencedores:
Em 3º lugar, ficou o Bar do Helano, com seu tira-gosto "Sarrabulho", um guisado com miúdos de porco.
O 2º lugar foi o Teresa e Jorge, com a criação do "Aqui Não Tem Trouxa", uma porção de trouxinhas recheadas com costela bovina assada e temperos especiais, acompanhadas de geleia de pimenta e molho especial.
E, finalmente, o campeão foi o Bar do Nem, o Rei da Língua, com as "Almôndegas do Nem" (foto), umas almondegas diferentes, recheadas com queijo e acompanhadas de farofa e molho agridoce. Este bar é que representará Fortaleza no concurso Melhor Buteco do Brasil, de 2016.
http://www.comidadibuteco.com.br/

A NOVA "PRAÇA DAS FLORES"

Foto: Blog do Flamínio Araripe
A "Praça das Flores", no bairro Aldeota, em Fortaleza, foi reinaugurada na manhã de domingo (15), com mudanças no espaço físico, pavimentação e iluminação, e oferecendo a seus frequentadores uma academia ao ar livre, um parquinho infantil, uma quadra poliesportiva e banheiros públicos, além de boxes padronizados e quiosques para floristas e outros concessionários que trabalham na praça.
O logradouro também recebeu novo nome. Chama-se agora Praça Dr. Carlos Alberto Studart Gomes, em homenagem a Dr. Carlos Alberto, diretor do Hospital de Messejana (no período 1944 – 1983), que, por muito tempo, morou na rua Paula Ney, nas proximidades da praça reformada.
Uma estátua que reproduz a figura do Dr. Carlos Alberto foi instalada em um dos bancos deste espaço público. (Confira na foto acima em que também estão presentes o governador Camilo Santana, o prefeito Roberto Cláudio e o empresário Beto Studart.)
Colaborando com o Programa de Adoção de Praças e Áreas Verdes, da Prefeitura Municipal de Fortaleza, o grupo BSPAR Incorporações, de propriedade do empresário Beto Studart, filho do homenageado, será responsável pela conservação da praça.
Fontes 
O PovoOnline, Jornal de Hoje, edição de 16/05/2016
Vídeo Somos Vós
Leitorado
Oi, Paulo.
Li o Linha do Tempo e gostei bastante. A praça ficou uma lindeza. No entanto, a respeito do espaço reservado para exercícios, alongamentos etc. registro as seguintes observações: área reduzida; espaço em comum para jovens e idosos (que antes exercitavam separados); não instalação de vários aparelhos da antiga praça, o que foi bastante sentido pois eles eram eficazes.
Edmar Gurgel
Grande abraço, Paulo, e obrigado por sua dedicação.
Beto Studart
Grande Paulo,
Parabéns, como sempre sua informação é precisa e agradável.
Percorri o blog inteiro e me admirei com os bares. Como sou natural de Fortaleza, conheci quase todos. É que tenho 70 anos, fui acadêmico de Direito e meio boêmio em determinada época. Inclusive frequentei o Pombo Cheio. Na época, já possuía um Gordini 1966 e tinha dois anos de Banco do Brasil.
Abraços,
Afranio Bizarria

DRAGÃO DO MAR

A abolição da escravatura entre nós foi decretada em 25/03/1884, começando por Acarape (então distrito de Redenção), Ceará, no ano anterior, e precedendo por cinco anos a Lei Áurea, sancionada no Paço Imperial por Dona Isabel, em 13/05/1888.[1] [2] [3]
Tal pioneirismo nos faz recordar o jangadeiro cearense Francisco José do Nascimento, o Chico da Matilde, que foi o maior herói na luta por libertar os escravos em nosso Estado.
Nascido em Canoa Quebrada (CE), ele era um prático da Capitania dos Portos.
Em 1881, uma de suas atitudes foi fechar o porto de Fortaleza ao tráfico dos escravos que vinham de outras localidades. E isso lhe valeu a demissão do cargo.
Francisco José do Nascimento, que também ficou conhecido pelo epíteto de Dragão do Mar, faleceu em Fortaleza, em 1914.
Em homenagem a ele, símbolo do movimento abolicionista em nosso Estado, foi batizado de Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura um complexo que, tendo surgido das pranchetas dos arquitetos Delberg Ponce de Leon e Fausto Nilo, ocupa uma antiga área portuária de Fortaleza.
Bem no centro do complexo está uma escultura (imagem) que representa o Dragão do Mar.
Fonte: Museus do Brasil. Empresa das Artes, 2010. ISBN 978 857910 041 3

PARAMARIBO E BELÉM

01/05/2016 (domingo)
Após o café da manhã, pegamos um táxi para visitar o Peperpot Nature Park, um local de preservação da natureza. Esse parque fica a 15 quilômetros do centro de Paramaribo, em Meerzog, sendo necessário cruzar o rio Suriname por uma longa ponte para poder acessá-lo. A entrada no Peperpot nos custou 60 dólares do Suriname (20 SRD por pessoa), e não vimos outros visitantes nem guias; a chuva, a lama e os mosquitos abortaram a nossa caminhada numa trilha, e não esperem que eu recomende a visita. Depois, fomos andar um pouco na região, onde vimos pelas tantas o que nos pareceu ser um templo hindu (fechado). Em seguida, retornamos ao centro de Paramaribo, descendo do carro em frente ao Palmentuin (o Jardim das Palmeiras, também por nós visitado) e fomos almoçar num restaurante próximo, o Zuz  and Zo.
À tarde, fomos ao Hermitage Mall, o principal shopping center da cidade. Lá descobrimos que o McDonald's podia resolver a nossa insuficiência em dólares do Suriname (a moeda ideal para pagar corridas de táxi e outras pequenas despesas). Um sorvete de casquinha nessa loja, a cada vez que era pago com uma cédula de 10 euros, nos propiciava um troco de 60 SDR. A cotação por lá era 1 euro por 6,75 SDR, e fizemos essa conversão monetária várias vezes.
À noite, jantamos uma pizza no Bar Zuid. Não só neste prato, mas também na macarronada do restaurante em que almoçamos havia pimenta em exagero.
02/05/2016 (segunda-feira)
Seguindo o roteiro elaborado pela "Naty Tour", visitamos no Centro Histórico de Paramaribo os seguintes pontos turísticos:
Independence Square (Onafhankelijksplein)
Saint Peter and Paul Basilica (basílica)
Neveh Shalom Jewesh Synagogue (sinagoga)
Suriname City Mosque (mesquita)
No Independence Square ficam o Palácio Presidencial e outros edifícios do governo. A Basílica de São Pedro e Paulo, que é belíssima, está entre as maiores construções em madeira do mundo. Do lado de dentro, todo em cedro, o pé-direito alto, as abóbadas e os detalhes esculpidos impressionam. Os surinameses orgulham-se de ter a maior mesquita da América do Sul, lado a lado com uma importante sinagoga num bom exemplo de convivência.
O almoço foi no Bodega and Grill de Waag. Perto do restaurante, confirmamos o passeio de barco (a 25 euros por pessoa) que faríamos no dia seguinte para ver os golfinhos.
À noite, fomos conhecer o Torarica Cassino. Natália perdeu uma pequena aposta, mas conseguiu o que realmente queria: tirar uma foto sentada à frente de uma máquina caça-níquel. No 't Vat Sidewalk Cafe, um local muito frequentado por turistas, comemos grandes hambúrgueres e as mulheres beberam drinques de morango.
03/05/2016 (terça-feira)
Elba e Natália retornaram ao Hermitage Mall. Fiquei no hotel com meu notebook a rascunhar esta postagem. Às onze e meia, conforme havíamos combinado, encontramo-nos à entrada do Fort Zeelandia (que estava fechado na véspera para a visitação). Para ingressar no forte, paga-se 20 SDR por pessoa.
Fundado em 1667, às margens do rio Suriname, este forte situado no coração da cidade é uma das principais atrações de Paramaribo, pois além de estar bem preservado, contém o acervo do Museu do Suriname, com artefatos que contam a evolução desta peculiar nação sul-americana – embora conte tudo apenas em holandês.
No interior do forte há um restaurante no qual almoçamos. O cardápio, assim como tudo o mais no forte, era exclusivamente em holandês. Natália lançou mão de um aplicativo que mostrava as imagens dos pratos em seu telefone celular. E a chuva que recrudescia criou uma dificuldade extra para que conseguíssemos sair do local.
Às 15 horas, tomamos um táxi em nosso hotel para irmos a Leonsberg, onde fica um atracadouro de barcos. Nas margens da rodovia para a região vimos um grande número de mansões e de condomínios residenciais de luxo. O passeio pelo rio Suriname durou cerca de duas horas. Num certo ponto da viagem, chamados pelos assovios do guia, grupos de golfinhos puseram-se a saltar em torno do barco.
Às 23 horas, entramos no carro que nos levaria ao aeroporto para a nossa volta ao Brasil. Chamado pela Sra. Trees, o motorista/dono do veículo era muito comunicativo e tinha a ascendência holandesa. Durante a viagem, ele nos passou interessantes informações sobre o Suriname. A nossa chegada ao aeroporto se deu com quase três horas de antecedência. Tínhamos o receio de perder o voo devido a algum problema no percurso terrestre, e que isso nos obrigasse a prolongar a permanência no país do Seedorf. Apenas duas companhias aéreas operam entre Paramaribo e Belém, a Gol e a Surinam Airways, e seus voos não são diários.
(Quero agradecer aqui a Sra Trees, a administradora do Holland Lodge Paramaribo, pela forma solícita com que nos atendia quando a procurávamos para resolver algum problema.)
04/05/2016 (quarta-feira)
Chegamos a Belém por volta das 6 horas. Tínhamos passado a noite em claro no aeroporto do Suriname e no voo de volta para a capital paraense. Urgia, portanto, dormir nas horas seguintes, o que fizemos no apartamento de Natália e Rodrigo.
Após tomar um café forte que o genro preparou para mim, saí para uma longa caminhada. Subi a Avenida Conselheiro Furtado, e depois de passar pelo Horto Municipal, fui até a Praça Batista Campos, onde circulei um pouco sob a sombra de suas centenárias sumaúmas. Aproveitei também para retirar extrato e fazer transferências de dinheiro em uma agência do Banco do Brasil. No retorno, almocei n'O Rei dos Espetos: churrasco, baião, farofa e vinagrete, tendo como sobremesa pudim de leite. E, não deixando para Fortaleza o que podia fazer em Belém, aproveitei para tomar a vacina contra a gripe em um posto de saúde que localizei no bairro da Cremação.
No fim da tarde, saí com Rodrigo para buscar Elba e Natália num dos centros de compras da cidade. Já levava no carro do genro a nossa bagagem para rumar na sequência ao aeroporto de Val-de-Cans. Neste, após nos despedirmos do "casal anfitrião", embarcamos num voo da TAM para Fortaleza, onde chegamos por volta das 21 horas.
(Os demais trechos aéreos do passeio foram viajados pela Gol.)

BELÉM E PARAMARIBO

Esta foi a minha quarta estada (a terceira para Elba) em Belém, onde nossa filha Natália mora com seu esposo Rodrigo Soares, funcionário do Tribunal de Contas do Estado.
Caso o leitor queira ler sobre as visitas anteriores que fiz à capital paraense, disponibilizo os links abaixo:
OLÁ, BELÉM
CIDADE DAS MANGUEIRAS
BELÉM E MACAPÁ - 1
BELÉM E MACAPÁ - 2
29/04/16 (sexta-feira)
Chegamos à noite (por volta das 22 horas) em Belém. Rodrigo e Natália nos esperavam no saguão do aeroporto. Fizemos uma rápida refeição na praça de alimentação do aeroporto e fomos dormir no apartamento deles, no bairro de São Brás.
30/04/16 (sábado)
Tomamos o café da manhã na DomNato, no vizinho município de Ananindeua. Em seguida, pegamos a rodovia para Mosqueiro, uma importante praia fluvial do Pará. No restaurante Paraíso, um dos points da praia, estivemos por cerca de duas horas a conversar e a tomar cervejas e refrigerantes, e a nos deliciar com umas iscas crocantes de peixe. Na volta a Belém, fomos ainda conhecer o Shopping Bosque Grão Pará.
Num dos restaurantes do shopping, estivemos com um dos irmãos do Rodrigo, o Dr. Manoel Carlos, e com sua esposa Helô. O casal mora há pouco tempo no Pará, por ele ter recentemente assumido o cargo de juiz estadual.
No fim da tarde, Embarcamos para Paramaribo num voo com duração de 1 hora e 40 minutos. Natália veio conosco. De antemão, sabíamos que o aeroporto ficava bastante longe da capital do Suriname. Chovia muito e o táxi levou uma hora e meia para percorrer uma distância de 50 quilômetros, do aeroporto até o Holland Lodge Paramaribo, o hotel em que ficaremos hospedados por quatro dias.
Nesta primeira noite em Paramaribo, jantamos no próprio hotel. Petiscos diversos em meio a cervejas e drinques servidos por um garçom bem cortês.
Um vasto programa planejado pela Natália está a nos esperar. Se cumprirmos cinquenta por cento desse programa já será um passeio de bom tamanho.
Repasso aqui, tendo como fonte a Wikipédia, algumas informações sucintas sobre a cidade e o país que estamos a visitar:
Paramaribo é a capital e maior cidade do Suriname, com uma população de cerca de 250 mil habitantes. A cidade está localizada adjacente ao rio Suriname, distando aproximadamente 15 km do Oceano Atlântico. Quanto ao Suriname, apesar da contiguidade geográfica, é incorreto classificar o país como sendo integrante da América Latina devido a sua colonização pelos Países Baixos, cujo idioma, o neerlandês é de matriz germânica,
A descrição de nosso passeio em Paramaribo vai estar na postagem seguinte. Até porque agora só está começando...

SENHORA NOITE

Diogo Fontenelle
“A morte é noturna.”
(Otto Lara Resende)

Senhora Noite, traga-me um ramo de fantasia!
Peço silêncio em respeito à realidade que desfio,
Peço silêncio em respeito ao meu ninho vazio.

Senhora Noite, traga-me um ramo de verde-folia!
Peço silêncio em respeito à nuvem que revoa,
Peço silêncio em respeito à infância que me povoa.

Senhora Noite, traga-me um ramo de azul-poesia!
Peço silêncio em respeito às estrelas clandestinas,
Peço silêncio em respeito ao sonho que iluminas.

Senhora Noite, Mãe do Silêncio, Mãe da Sorte!
Senhora Noite, és a Nossa Senhora da Boa Morte!

MELHORIAS DO PARQUE DO COCÓ

O Parque recebeu diversas melhorias para atender os visitantes:
  • Reforma do calçadão para caminhadas, que conta agora com sinalização e iluminação em postes rústicos.
  • Rampa podotátil de acesso com 200 metros de comprimento para cadeirantes e deficientes visuais.
  • Cine Cocó com 80 lugares para a realização de palestras, encontros e simpósios sobre educação ambiental
  • As trilhas e pontes do Parque foram revitalizadas.
  • Várias árvores nativas e exóticas foram identificadas com seus nomes populares (jacarandá, mutamba, jatobá, coaçu etc.) e científicos gravados em pedras cariri.
  • E o atrativo principal: a volta da navegabilidade. Os passeios fluviais deverão acontecer de terça a domingo, saindo da ponte da Avenida Sebastião de Abreu até a Avenida Santana Junior.

FAMÍLIA COELHO – DE LUTO

Edmar Gurgel Coelho sempre me surpreende com as reproduções fotográficas que frequentemente me envia. O tio deve possuir um acervo de época dos mais providos, em se tratando da família, do time Usina Ceará (em que jogou) e do bairro Otávio Bonfim.
Na última remessa, constava esta foto – FAMÍLIA COELHO DE LUTO –, acrescida da seguinte anotação:
"Não sei precisar se a família estava de luto do papai ou do avô (velho Xixico)".
Tias: Talia, Maria José (Dedé) e Cinda
Irmãs: Elza, Elma e Elda
A primeira da direita, na fila anterior, era a adolescente Elda, que viria a ser minha mãe. E o luto da família estava relacionado com a morte do velho Xixico (Elma tirou essa dúvida de Edmar). [PGCS]
OS PERÍODOS DO LUTO
Na maior parte da cultura ocidental, inclusive no Brasil, quando uma pessoa morria era comum a família usar roupas pretas, durante um determinado período, para mostrar seus sentimentos de perda e respeito pela pessoa falecida.
Havia distinções a respeito do tempo correto para cada luto:
O luto pelo pai ou mãe devia durar um ano. Pelo avô ou avó, seis meses. Pelo cônjuge, o tempo do luto devia durar dois anos, se o falecido era o marido, e um ano, se era a esposa. Pela morte de um filho, um ano. Pelo falecimento de um irmão, quatro meses, e pela partida de um tio, três meses.
Caso a viúva, ao contrário do que recomendava a decência, se casasse de novo, antes de expirar o prazo do luto pelo primeiro marido, ela não devia convidar ninguém para o casamento.
Mas todos estes prazos podiam ser reduzidos ou aumentados, em razão de alguma manifestação prévia do ente querido para aqueles que ficavam.
Apesar de que não era raro uma viúva vestir preto para o resto da vida.

POSSE DA NOVA DIRETORIA DA SOBRAMES CEARÁ

CONVITE
A Sociedade Brasileira de Médicos Escritores, regional do Ceará, convida a todos para a solenidade de posse de sua nova diretoria (foto) para o biênio 2016/2018.

Membros da Diretoria da Sobrames Ceará para o biênio 2016/2018
Presidente Dr.Marcelo Gurgel (no centro)
Local: Unimed de Fortaleza
Avenida Santos Dumont, 949
Dia: 11/04/2016 (amanhã)
Horário: 19h

O JAIRO'S

Ficava na esquina da Santos Dumont com a João Cordeiro.
Era um ambiente estreito e comprido, com várias portas e janelas, um grande balcão e algumas mesas encostadas em suas paredes. A casa era um ponto de lanches.
No Jairo's, o prato mais pedido era a  pizza. Com massa grossa e bastante queijo.
O período em que andei no Jairo's corresponde ao que eu frequentava o Armário, aí pelo começo da década de 1980. Bastava atravessar a João Cordeiro para ir de um a outro.
No Armário, eu bebia, conversava com amigos e curtia a MPB. Mas este simples e despojado bar, de propriedade dos irmãos Armando e Mário, não tinha uma "carta de tira-gostos". E, quando a fome apertava, a solução era recorrer às pizzas do Jairo's.
O Jairo's fechou. Agora funciona no local a Pizzaria Dom Léo, uma cantina no estilo italiano-mediterrâneo.
Jairo's: a casa verde (imagem Google em 2015)
MEMÓRIA. POSTAGENS SOBRE BARES E RESTAURANTES DE FORTALEZA

PEQUENAS BORBOLETAS AMARELAS

Nas viagens a trabalho que faço de Fortaleza a Itapiúna tenho observado, nas últimas semanas, grande número de borboletas às margens das estradas. São pequenas borboletas amarelas que, com seus adejos incessantes, conferem à mataria uma beleza adicional.
Elas borboleteiam à frente do meu carro, mudando bruscamente de rumo ao pressentiram que podem bater nele. Quanto a mim, também faço a minha parte: dirigindo o carro a uma velocidade mais baixa. O que, infelizmente, não evita que algumas delas encontrem a morte certa no para-brisas do veículo.
É sempre uma tarefa triste, aquela que faço no fim de cada viagem. Quando vou remover do carro os frágeis corpos desses seres que enfeitam e alegram a natureza.
Em seu poema infantil "As Borboletas", Vinicius de Moraes, já consagrado pelo Rancho das Flores, usou a sua paleta de cores novamente. Desta vez para descrever essas, digamos assim, "flores com autopropulsão":
"Borboletas brancas / São alegres e francas.
Borboletas azuis / Gostam de muita luz.
As amarelinhas / São tão bonitinhas!
E as pretas, então / Oh, que escuridão!"
E, tocado (fisicamente inclusive) por uma delas, Rubem Braga escreveu "A Borboleta Amarela". Essa crônica, publicada em três pequenas partes de 30 linhas cada uma, em 1952, no Correio da Manhã, no Rio. deu também nome a um de seus livros, de 1955, em que Rubem Braga republicou esta e outras crônicas escritas para o jornal.
Leia a crônica dele na íntegra, aqui.

A FAMÍLIA GOURGUES

Em 18 de fevereiro de 2011, publiquei no blog EM a nota Gurgel. Especulações sobre a origem do sobrenome, acrescida de outras e graciosas especulações que me foram à época enviadas pelo colega Winston Graça.
A "história oficial" diz que a família Gurgel começou no Brasil em 1595, com a chegada do corsário francês Tous-Saint Gurgel ao Rio de Janeiro. Na citada nota, Winston e eu divagamos ludicamente sobre as possíveis origens deste meu sobrenome.
Em janeiro de 2016, recebi uma mensagem do leitor João Pedro Paixão em que ele peremptoriamente diz:  Gurgel nada mais é que a tradução do nome francês Gourgues!
Na internet, onde as pesquisas começam (Google) e prosseguem (Wikipedia), eu costumo recorrer a estas fontes ditas não primárias. E, neste caso, encontro o que pode ser um ponto de partida, ou de apoio, quem sabe, para a proposição do leitor.
Famille de Gourgues
Gourgues ou Gourgue é o nome de uma antiga família da Gasconha. Os membros desta família ocuparam cargos importantes no governo, no clero e na ciência da França, da Baixa Idade Média ao final do século 19.
O nome da família Gourgues parece encontrar a sua origem etimológica na língua occitana (langue d'oc), onde a palavra se referia a "uma fonte de água de profundidade suficiente".
O documento mais antigo que traz o nome desta família data de 1146, ano em que o nome e a assinatura de Peter Gourgue aparecem na Carta de Mont-de-Marsan. Em 1285, encontramos Geoffrey de Gourgue, também fundador da vila de Gourgue, como conselheiro do rei Filipe IV, em Bordeaux. Esta cidade também teria sido habitada pela família por vários séculos. Em 1318, Philippe de Gourgue casa-se com Cecilia Pélagrue, uma sobrinha do Papa Clemente V.
No século 16, os colonos franceses na Florida eram sistematicamente trucidados por tropas espanholas. Em abril de 1568, um dos mais famosos membros da família, Dominique de Gourgues, liderou uma força francesa que atacou, capturou e queimou o Fort Caroline. Em seguida, ele matou os prisioneiros espanhóis para vingar um massacre sofrido pelos franceses em 1565.

IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS DORES



Singela igreja do Octávio Bonfim,
Da estação de trem e do mercado,
Do belo altar cheirando a jasmim,
Das infâncias pelo sonho azulado.

FONTENELLE, Diogo. Encantares. Fortaleza: Gráfica e Editora Imprece,  p.122, 2015. ISBN: 978-85-8126-091-4

Ilustração: Torre do relógio da Igreja de Nossa Senhora das Dores, em Otávio Bonfim. Reprodução de um desenho com bico de pena feito pelo artista Tarcísio Garcia

IN ILLO TEMPORE

O MANGUE QUE SE FEZ PARQUE

Notícia institucional da SEMACE em que esta comunica a inauguração do Centro de Referência Ambiental do Parque do Cocó a 20/12/2010:
Ir para http://www.semace.ce.gov.br/2010/12/centro-de-referencia-ambiental-e-inaugurado-no-parque-do-coco/
A exposição FLORA ainda se encontra na entrada do Centro. Fotografei os pôsteres e, em seguida, digitalizei os textos para publicá-los.
1
Ao contrário do que muitos imaginam, os manguezais fazem parte dos ecossistemas mais complexos no planeta, sendo um dos mais produtivos ecossistemas costeiros das regiões tropicais e subtropicais do mundo todo, essenciais para a vida animal marinha e para a qualidade da água.Além disso, os mangues oferecem muitos benefícios ambientais, não só para a fauna mas para toda a população que se beneficia deste que é o berçário da vida marinha. Pescadores e marisqueiros dependem destes locais que são responsáveis por pelo menos 80 por cento dos recursos pesqueiros, direta ou indiretamente. E não é só isso, os mangues controlam as erosões, as enchentes, estabilizam a linha costeira e os bancos dos rios. Ainda, eles têm a incrível habilidade de sequestrar carbono da atmosfera, servindo como fonte e reposição de nutrientes e sedimentos para outros habitats costeiros tais como recifes de coral e leitos de algas marinhas.
2
O ecossistema de manguezal ocorre em regiões costeiras tropicais, estando associado a margens de baías, enseadas, barras, desembocaduras de rios, lagunas e reentrâncias costeiras, onde haja encontro das águas de rios com as do mar. No passado, este foi considerado como "terras baldias" e muitos já quiseram transformá-lo em terras "úteis e produtivas". Dessa forma, muito deste ecossistema foi devastado, dando lugar a áreas urbanizadas e pastos. E, ainda hoje, é grande a pressão que este ecossistema sofre.
3
Os manguezais possuem uma vegetação típica, adaptada aos substratos pouco oxigenados, salinos e com frequentes inundações provocadas pelas marés.
No Parque do Cocó, encontram-se 4 espécies de mangue: mangue branco (Laguncularia racemosa), mangue preto (Avicenia germinans), mangue vermelho (Rhizopora mangle) e mangue botão (Conocarpus erectus). Eles formam grandes áreas de florestas de manguezal, contrastando com o ambiente urbano de seu entorno. Além disso, outras espécies podem também ser encontradas como as samambaias do mangue (Acrosticum aureum), a papoula do mangue (Hibiscus sp.) e algumas gramíneas comuns de áreas de manguezais.
'Do rio com o mar nasceu o mangue que se fez Parque"

O TROCADOR

Cobrador ou trocador (no português brasileiro) é o funcionário encarregado de fazer a cobrança das tarifas ou de receber os ingressos em ônibus, vans ou bondes. O nome cobrador veio do fato de ele ser o responsável pela cobrança das passagens (embora existam cobradores, nem sempre bem vistos, para outras situações do quotidiano). Já o nome trocador veio da necessidade de quase sempre trocar o dinheiro para fornecer o troco. É este o nome que conta com a minha simpatia.
O trocador também pode fornecer informações sobre a linha e os lugares por onde o veículo passa, algo que o motorista também pode fazer, mas com prejuízo ao tempo da viagem e à atenção no trânsito.
No transporte coletivo brasileiro, o trocador ainda se faz presente na maioria das linhas de ônibus. Apenas nos veículos menores é que eles são dispensados, cabendo aos motoristas a função de cobrar as passagens (com a possibilidade de causar os prejuízos acima citados).
Um sucesso musical do cantor Altemar Dutra, composto por Evaldo Gouveia e Jair Amorim, motivou tempos atrás o surgimento de uma paródia. Trata-se de "O Trovador", que inspirou um gaiato a criar este arremedo:
Sonhei que um dia eu era um trocador
Dos velhos bondes que não voltam mais.
Passava assim a toda hora:
– Olha a ficha, senhor.
– Olha a ficha senhora.
Tinha uma mocinha que sentava atrás,
Não pagava porque a brecha era demais.
Como música-chiclete, desde ontem grudada em minha mente, "O Trovador" e sua paródia (aqui parcialmente lembrada) me levaram a escrever estas linhas.
Ler também:
VENDEDORES DE PORTA EM PORTA, A RENDA DE BILROS e A LINHA GRANJA PARAÍSO

O DINOSSAURO QUE SABE ABRIR PORTAS

Estava incutindo em Matheus, meu neto de 9 anos, algumas ideias a favor da Teoria da Evolução das Espécies.
Falava sobre os animais que, durante o processo evolutivo, tinham se dado bem no quesito inteligência: o chimpanzé, o golfinho, o elefante, o cão e, last but not the least, o homem. Citando ainda o corvo, o papagaio e o polvo, que foram agraciados pelo sistema de cotas para aves e moluscos.
Nisso, o neto me interrompe:
- E o velociraptor é inteligente?
- Se fosse, ele não era chamado cientificamente de mongoliensis.
- Mas ele sabe abrir portas.
É... Lembrei-me de que eu já vi, com estes olhos que Gaia há de comer, um deles abrir uma porta. Onde? No "Parque Jurássico" (minha aposta de haver sido a fonte de informação do garoto).
Assim que ele me confirmou o acerto do palpite, eu expliquei:
- Isso só acontece no filme, Matheus. Os dinossauros foram extintos há 60 milhões de anos. Quando eles dominavam a Terra, a espécie humana ainda não tinha surgido. Muito menos as portas, que são feitas pelos homens.
Notei que ele ficou meio despontado. Um dia retorno ao assunto para lhe dizer que, pelo menos na redação do blog EM, os velociraptores continuam vivinhos da silva, como se um grande asteroide nunca tivesse atingido a Terra.
E que, de vez em quando, eles são por mim homenageados pelo bom comportamento.

ESTAMOS NO BLOGUE SEM INCIDENTES 
COM VELOCIRAPTORES HÁ EXATOS ____ DIAS

Sou lá besta de perder o ISO 14000.

Outras histórias com Matheus:
 NATÁLIA EM BISCUIT e PASSANDO EM REVISTA

LANÇAMENTO DO LIVRO "IN HOC SIGNO VINCES"

A Paróquia de São Francisco de Assis e a Sociedade Médica São Lucas (SMSL) convidam V.Sª. e família para o lançamento do livro "IN HOC SIGNO VINCES: com este sinal vencerás", cuja renda será revertida para a a construção da Igreja de São Francisco de Assis, no bairro Jacarecanga, em Fortaleza.
O livro, de autoria do Prof. Marcelo Gurgel Carlos da Silva, médico integrante da SMSL, será apresentado pelo Frei Hermínio Bezerra de Oliveira, frade capuchinho e etimologista.
Data: 14 de fevereiro de 2016, na missa das 11h.
Local: Capela de Santa Edwirges
...........Av. Pres. Castelo Branco, 600 - Centro - Fortaleza
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Mês passado
No dia 27 de janeiro, às 16h30, ao término do I Colóquio sobre a Situação do Livro no Ceará e no Brasil, aconteceu no Auditório Paulo Petrola da Reitoria da Universidade Estadual do Ceará (Campus do Itaperi) o VIII Lançamento Coletivo da EdUece.
Entre as obras lançadas, constaram duas publicações de autoria de Marcelo Gurgel, em formato de e-book, no caso os livros: "UM POR MUITOS: de prefácio a posfácio" e "MUITOS POR UM: de prefácio a posfácio".
O primeiro título compõe-se de quarenta textos selecionados de Marcelo, sob a forma de apresentações, prefácios, posfácios etc., publicados em livros de outros autores, e o segundo reúne quarenta apresentações, prefácios, posfácios etc., escritos por vários autores e inseridos na produção literária de Marcelo, cabendo-lhe também a responsabilidade de organizador.
Fonte: http://blogdomarcelogurgel.blogspot.com.br/2016/01/viii-lancamento-coletivo-da-editora-da.html

CEM MIL VISUALIZAÇÕES

Linha do Tempo ultrapassou ontem (10), conforme o histórico do Blogger dos últimos 5 anos, a marca das 100 mil visualizações de página.
Iniciado anteriormente, em 09/10/2007, LT disponibiliza atualmente 517 postagens e 222 comentários, em sua página principal e arquivos.
Obrigado a nossos leitores e colaboradores.

A RODOVIA CE-253 EM SEU TRECHO ACARAPE–PACAJUS

Em 2014, o Governo do Estado do Ceará, através da SEINFRA, a Secretaria de Infraestrutura, realizou a pavimentação asfáltica no trecho da rodovia CE-253 entre Acarape e Pacajus. Com isso, o governo estadual disponibilizou uma nova conexão entre a CE-60, também conhecida por estrada do algodão, e a BR-116, uma importante rodovia federal.
Antes, os veículos que trafegavam entre Acarape e Pacajus utilizavam-se da CE-354 que é muito mais longa (46 quilômetros). Esta opção ficou reservada para quem deseja passar por Barreira e Chorozinho.
O trecho recém-pavimentado da CE-253 tem a extensão de 26 quilômetros, iniciando seu trajeto em Acarape, por Pau Branco (onde fica um sítio que pertenceu a meus avós paternos), passando por alguns lugarejos como Poço Escuro e Curimatã, entre outros, e pela Estação Experimental da Embrapa, em Pacajus, até terminar na BR-116.
A CE-253 no trecho Acarape–Pacajus é sinalizada, tem acostamentos e já apresenta um regular fluxo de veículos.

Segue-se a relação de todos os trechos desta rodovia: de Campos Belos, em Caridade, a Pernambuquinho; de Pacoti a Redenção; de Acarape a Pacajus (encontro com a BR-116); de Pacajus, por Guanacés, a Cascavel (encontro com a CE-060).

MEMÓRIA - USINA CEARÁ (5)

O Usina Ceará também fazia as vezes de clube social para os funcionários da fábrica Siqueira Gurgel. Em suas dependências, aconteciam festas e reuniões de congraçamento e, obviamente, as comemorações dos títulos esportivos conquistados por seus atletas.
Quando adolescente, brinquei num dos bailes de Carnaval que o clube anualmente promovia para o público infanto-juvenil.
Esta fotografia, que faz parte do acervo de Edmar Gurgel, foi tirada no decorrer de uma festa de São João, na quadra do Usina Ceará:
Ano: 1957. "Noivos": Edmar e Glafira. Almir Gurgel (atrás)
Dissertação
Ex-jogador do Usina Ceará, tio Edmar foi uma das pessoas entrevistadas pelo historiador Pedro Paulo Martins. O entrevistador prepara uma dissertação de mestrado pela UFC, cujo tema central é o time fabril.

O MÚSICO CEARENSE SÁTIRO BILHAR

por PAULO GURGEL
"Onde o senhor estudou?"
(Pergunta num workshop na França.)
"Na Universidade de Cascadura."
Nova pergunta: "E quem foram seus mestres?"
Silêncio. Responde sério:
"Pixinguinha, Donga, Sátiro Bilhar."

– Villa-Lobos
Sátiro Lopes de Alcântara Bilhar
 04/04/1862, Crato, CE
 23/10/1926 Rio de Janeiro, RJ
Funcionário da Estrada de Ferro Central do Brasil, onde foi telegrafista. Sátiro Bilhar (foto) era muito querido pelos colegas de trabalho. Boêmio inveterado, atribui-se a ele a seguinte frase:
"No dia em que eu deixar de beber, tomo uma bebedeira de satisfação".
Tendo sido uma das figuras mais conhecidas e queridas no meio musical, Sátiro Bilhar pertenceu à geração de chorões antigos, ao lado de músicos como João Pernambuco, Catulo da Paixão Cearense, Heitor Villa-Lobos e Ernesto dos Santos, o Donga, entre outros. Embora não fosse um virtuose do violão, sua execução peculiar chamava mais a atenção do que o próprio repertório. O compositor Heitor Villa-Lobos dizia que não era o que ele tocava, mas como ele tocava que o fazia genial.
Diz-se que interpretava sempre as mesmas obras, imprimindo-lhes porém as mais diversas possibilidades de variação em sua execução. A esse respeito dizia o compositor Donga: "O Sátiro era um sujeito formidável. Ele tinha duas ou três composições, e só tocava aquilo".
Na verdade, Sátiro Bilhar deixou uma obra musical um pouco mais extensa. Cravo Albin, em seu "Dicionário da Música Popular Brasileira", e Jorge Mello, em seu artigo "Satyro Bilhar", relacionam as seguintes composições:

  • As ondas são anjos que dormem no mar (c/ Catulo da Paixão Cearense)
  • Estudos de harpa (para violão)
  • Gosto de ti porque gosto
  • O que vejo em teus olhos
  • Quem te fez tão bela e pura
  • Quero-te bem porque quero
  • Tira poeira
  • Tu és uma estrela

Sua polca "Tira poeira", gravada por Jacob do Bandolim, chegou aos chorões atuais e pode ser apreciada no acervo do YouTube.
Sátiro Bilhar participou da serenata organizada por Eduardo das Neves em homenagem a Santos Dumont, realizada em 7 de setembro de 1903. No final de dezembro de 2013, retribuindo uma homenagem, Sinhô executou e ofereceu ao amigo o tango "Está errado", que era um dos bordões do Bilhar.
O musicólogo Jorge Mello, em seu artigo para o Acervo Digital do Violão Brasileiro, observa que "o caráter pitoresco de sua vida e a histórias lendárias na vida social são bem mais lembradas do que as atividades de músico, além das dedicatórias de amigos compositores, que depois se tornariam gênios da música". Ernesto Nazareth, por exemplo, dedicou o choro "Tenebroso", editado pela primeira vez em 1913, ao "bom e velho amigo Satyro Bilhar". Villa-Lobos afirmou que o movimento "Fuga, da Bachiana nº 1 para Orquestra de Violoncelos" devia ser ser tocado "à maneira de Satyro Bilhar". E Catulo da Paixão Cearense dedicou-lhe a letra de sua composição "Perdoa", em parceria com Anacleto de Medeiros, e também o poema "Tu, Bilhar, boêmio eterno".
Sátiro era irmão de Ana Bilhar (que empresta o nome a uma das ruas em Fortaleza) e tio da pianista Branca Bilhar (1886–1928), autora do "Samba sertanejo". A sobrinha Branca , por duas vezes, foi agraciada com a medalha do Instituto Nacional de Música.
Alexandre Gonçalves Pinto escreveu em 1936: "O Bilhar era um chorão que tinha primazia entre outros chorões nos acordes, nas harmonias e no mecanismo da dedilhação com que manejava agradavelmente o seu violão" (apud Isabella Giordano).
Referências
CD duplo "Pixinguinha 100 Anos", projeto artístico de Hermínio Bello de Carvalho, 1997, Som Livre
Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira
Satyro Bilhar, por Jorge Carvalho de Mello, Acervo Digital do Violão Brasileiro
Sátiro Bilhar, violão boêmio, por Isabella Giordano, Samba na Rede
Vídeo "Tira poeira" c/ Jacob do Bandolim, Gravação RCA Victor, de 13 de janeiro de 1956, lançada em março seguinte no 78 rpm 80-1565-A, matriz BE6VB-0941. Disponível no YouTube
Vídeo "Samba sertanejo", gravado em 21 de agosto de 2014 pela pianista Monique Rasetti, no Museo Iconográfico del Quijote, em Guanajuato, México, Disponível no YouTube

LANÇAMENTO DE DOIS LIVROS DE DIOGO FONTENELLE: MIRAGENS E ENCANTARES

19 de janeiro, às 19:30 horas
Auditório da Associação Brasileira de Odontologia - Seção Ceará
Rua Gonçalves Ledo, 1630

Breve texto sobre a gestação dos dois livros.

NOTA DE FALECIMENTO: PROF. ANTERO COELHO NETO

 11/06/1931
 18/01/2016
Faleceu, na madrugada desta segunda-feira (18), o Prof. Antero Coelho Neto, médico geriatra e professor aposentado do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina da UFC. Antero Coelho tinha formação na área de transplante renal e foi um dos pioneiros na pesquisa nesta área na UFC.
O Prof. Antero atuou ainda como educador na criação e no planejamento de várias faculdades no Ceará e em outros estados. Foi planejador e Vice-Diretor da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (UnB) e Reitor da Universidade de Fortaleza (Unifor). Exerceu cargo de Superintendente do extinto INAMPS no Estado do Ceará, no período de 1982 a 1984, e viveu por 11 anos no exterior como membro da Organização Mundial da Saúde.
Segundo o Reitor da UFC, Prof. Henry Campos, o falecimento do Prof. Antero representa uma grande perda. "Extraordinária figura humana, médico e professor brilhante", disse.
Nos últimos anos, o médico atuava com destaque na área de promoção de saúde e qualidade de vida. Em 1999, ele criou e passou a apresentar um programa na Rádio AM do Povo, que foi levado para a Universitária FM. O programa Novas Dimensões, que continua sendo transmitido aos sábados, das 11h às 12h.
Fonte: Prof. João Macedo, Portal da UFC
Foto: Reprodução da que existe na página de Antero Coelho Neto, no Jornal da Poesia. Antero era membro da Academia Cearense de Medicina e da Sociedade Brasileira dos Médicos Escritores - Regional do Ceará, e tinha uma vasta obra publicada em livros, revistas e jornais sobre educação, saúde, gerontologia, política educacional e da saúde, participação comunitária, qualidade de vida e literatura.

A ROTA DO CAFÉ VERDE

Desfrutar do clima do Maciço de Baturité, caminhar por trilhas em meio a Mata Atlântica, conhecer as plantações de café, o processo de colheita, a torra e moagem dos grão e provar esta iguaria, além de visitar as fazendas e seus casarões antigos. Estes são alguns dos atrativos da Rota do Café Verde, projeto desenvolvido pelo Sebrae em parceria com empresários e gestores públicos dos municípios de Baturité, Mulungu, Guaramiranga e Pacoti que pretende promover a integração entre a produção cafeeira e a atividade turística, através de ações de promoção do destino, capacitação dos empresários e estruturação de um roteiro.
Sebrae apresenta Rota do Café a operadores de turismo e jornalistas
Principais pontos da rota
Baturité: Museu Ferroviário de Baturité (foto) e Mosteiro dos Jesuítas
Guaramiranga: Sítio Águas Finas, Chocoberry, Sítio Rio Negro e Fazenda Floresta
Mulungu: Pousada Le Rêve e Sítio São Roque
Pacoti: Sítio São Luís
Serviço
Venda nas lojas Chocoberry, de Fortaleza e Guaramiranga
Passeios de meio a um dia
Valores: entre R$ 40,00 a R$ 60,00 por pessoa.
As saídas acontecerão da cidade de Guaramiranga e os pacotes poderão ser comprados com pelo menos um dia de antecedência.
Ver também:
https://pt-br.facebook.com/cafeverdedoceara/
http://www.rodandopeloceara.com.br/2015/11/rota-do-cafe-verde-historias-e-aromas.html
http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2015/11/20/noticiasjornaleconomia,3537165/sebrae-lanca-rota-do-cafe-verde.shtml
http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/suplementos/tur/turismo-sustentavel-em-cena-no-macico-de-baturite-1.1420217

AVISO AOS NAVEGANTES PELO VIVER-SONHAR

Paulo,
Muito em breve, estarei lançando dois livros de Poesia. Você é um dos homenageados com o poema sobre o Frei Lauro, sim? Conto com sua presença de luz maior! O convite seguirá assim que tudo esteja firmado. Veja o seguinte texto, por favor!
AVISO AOS NAVEGANTES PELO VIVER-SONHAR
Desde o Lapidário do Lápis (1999), não publico livro em Poesia, o gênero que mais me seduz. Foram-se 16 anos voltados para a construção de uma trajetória acadêmica permeada por especialização, mestrado, e doutorado. Foram tempos de pesquisa pelo garimpar dos meandros da Odontologia a desaguar nos reinos da Saúde Pública e da Sociologia. Tempos que não calaram meu pacto de vida e morte – de sangue e sonho! – com a aprendizagem do Ser Pequeno Poeta.
Cabe confessar que eu não sou eu sem o tremeluzir do horizonte azul da Poesia. Esses 16 anos de aparente silêncio criativo, foram férteis de tecelagem poética, a vida acadêmica foi dedilhada entre o dialogar das Miragens e dos Encantares ao dobrar dos sinos do Milagre Poético. Ser Poeta ou mesmo o simples “Sonhar em Ser Poeta” que é o meu caso, é missão anterior a qualquer profissão.
Na dimensão profunda do Mais Além, plasmaram-se os livros Miragens (prêmio Osmundo Pontes de Literatura 2014 – Academia Cearense de Letras) e Encantares. Assim, venho avisar e apelar para em breve convocar a todos a ler meus (nossos!) livros. Refiro-me a todos que ainda acreditam que esse “Mundão de Meu Deus” possa ser salvo pelas asas da Poesia, pelo reflorir do sonho feito esperança.
Portanto, anuncio o nascimento dos citados livros a serem batizados (lançados) ao alvorecer do ano da graça de 2016. Muito em breve este anúncio vai virar convite, tal qual nos contos de fada em que o príncipe vira sapo e o sapo vira príncipe.
Poetar é dialogar, é ser cúmplice. Poesia sempre existirá, é coisa de Deus! Porém, sem leitor não existe livro de poesia. Leitor é também poeta. Nesse sentido, dependo de vocês que estão dispostos a ser Irmão de Sonho.
Diogo Fontenelle.
Aprendiz de Pequeno Poeta

CASAMENTO DE ÉRICO E ALINE




Ontem, dia 5, foi celebrado no Cartório Botelho o casamento civil de Érico de Macedo Gurgel e Aline Pessoa Viana.
Após a cerimônia, os recém-casados (foto) receberam os familiares para uma confraternização na Casa de Chá do Marina Park Hotel.
Érico e Aline viajam ainda hoje com destino a praias pernambucanas onde passarão uma temporada.

RÉVEILLON DE 2016 EM BATURITÉ

Andreas, Mirna, Elba e eu passamos a virada do ano em Baturité.
Nossa ida ao Maciço foi pela CE-060. Pouco mais de 100 quilômetros, que foram percorridos de automóvel em cerca de duas horas. No trecho de Pacatuba a Acarape, a estrada continua em obras de restauração e alargamento.
Almoçamos no "Tempero Caseiro", um restaurante que fica na Avenida 7 de Setembro, no centro de Baturité. Em seguida, nos dirigimos ao "Hotel Colonial", onde tínhamos suítes reservadas.
Ao entardecer, fizemos um passeio a pé pela cidade.
Casualmente, encontramos com Edson Gurgel e Ivana em uma das praças de Baturité. Sempre bem humorado, o tio exibe um corpo esguio para os seus 79 anos. Naquele dia, o casal estava recebendo pessoas da família para a virada do ano na casa que eles possuem em Baturité.
Nosso réveillon, que transcorreu no restaurante "Parque Rodeio", correspondeu às melhores expectativas. Do serviço de buffet à música ao vivo, esta última a cargo da banda Pedro Lemos. A propósito da festa, nossos encômios ao gerente Vavá e sua equipe.
Andreas e Mirna Heger, Paulo e Elba Gurgel, no réveillon.
Um garçom do Parque Rodeio nos fotografou
No dia seguinte, à tarde, voltamos para Fortaleza pela CE-065, a Rodovia Carlos Jereissati, que passa por Guaramiranga, Pacoti e Palmácia.
Em Guaramiranga, que estava repleta de turistas e com a rua principal bloqueada para veículos, demoramo-nos um pouco. Na Chocoberry, pedimos algumas informações sobre a "Rota do Café Verde", quiçá para realizarmos adiante esse passeio. E não paramos em Pacoti, Palmácia e Maranguape, municípios na rota de nosso regresso para Fortaleza.
Podemos observar que a paisagem serrana já começa a melhorar com algumas chuvas que caíram na região. Tomara que assim prossiga nos meses vindouros.
Marcava 16 horas quando paramos no Paulinho da Maraponga para matar a fome. Um garçom por lá nos deu notícia de José Wilson, primo de Elba, excelente cantor e que mora na vizinhança da churrascaria.
Duas horas depois, já estávamos todos postos no sossego do lar.

POR FALAR EM INFÂNCIA, NATAL E ANO-NOVO

Querido Amigo Paulo Gurgel do Coração Florido de Menino,
POR FALAR EM INFÂNCIA...
Por falar em verão de alegres azuis meio-dia, em dezembro risonho com cheiro de festa, em verde mar menino a acenar da minha janela entre bailados de golfinho, em Papai Noel a soprar cirandinhas da Infância tantas vezes revisitada em sonhares... Por falar em Infância, desejo Feliz Natal a todos nós que viramos "gente grande" sem perder a Poesia do Menino Jesus, sem perder a grandeza d’alma dos “miúdos”, como dizem os portugueses.
Diogo Fontenelle,
Aprendiz de Pastor da Infância

Nas redes da nossa Árvore de Natal gostaria de acolher todos os meus amigos. Feliz Natal e um Ano Novo de boas notícias, bons projetos e muita saúde!
Afranio e Beth

Guten Tag,
Wir freuen uns, Ihnen mitzuteilen, dass Andreas e Mirna Ihnen eine virtuelle Kisseo-Grußkarte geschickt hat.
Sie können die Karte ansehen, indem Sie auf den folgenden Link klicken:
Ihre Kisseo-Karte
Andreas e Mirna

Que as bençãos do Natal desçam sobre você e sua família, trazendo muita saúde, paz e realizações em 2016! Feliz Natal! Feliz Ano Novo! Abraços,
Auxiliadora Barroso

Desejo-lhe um novo ano com paz, alegria e saúde. Acho que está bom, né??? Abraços a você e sua família.
Celina Côrte

Feliz Ano Novo para você e seus familiares! Que 2016 seja de paz para humanidade! Abraço
Ana Rosemberg

Feliz Ano Novo, com muita saúde, paz e bênçãos de Deus para você e família. Um forte abraço.
Celi Pinto

Meus agradecimentos
– a Diogo Fontenelle (pela saudação poética) 
– a Afrânio e Beth (pela mensagem natalina)
– a Andreas e Mirna (pela mensagem natalina c/ cartão virtual)
– a Auxiliadora Barroso (pela mensagem natalina)
– a Meirinha e Denise (pela organização do almoço de Natal)
– a Márcia e Mêuris (pela organização do jantar de Natal)
– a JB Serra e Gurgel (pelo livro autoral NAS TERRAS DO SENHOR MEU PAI)
– a Maristane Macedo (pelo livro SMART, de Frédéric Martel)
– a Elba e Zaíra Macedo (por outros presentes)
– a Celina Côrte (pelos votos de Ano-novo)
– a Ana Rosemberg (pelos votos de Ano-novo)
– a Celi Pinto (pelos votos de Ano-novo)

CASAMENTO DE DIANA E JOÃO VICTOR

A cerimônia religiosa do casamento de Diana e João Victor, filha de Luciano Gurgel Carlos da Silva e Francisca Elsa Gurgel Cavalcante, e filho de Veridiano Pereira de Sales e Francisca Vânia de Freitas Sales, será celebrada hoje (26), às 20 horas, na Igreja da Paróquia Cristo Rei, em Fortaleza, Ceará.
Após a cerimônia, os convidados serão recepcionados no Teka's Buffet - Salão Prattes.
www.joaovictorediana.com
03/02/2016 - Atualizando a postagem pela inserção desta fotografia:

DOCUMENTÁRIO - HISTÓRIA DO FUTEBOL CEARENSE

Uma série de três programas da TV Assembleia Ceará que mostra A História do Futebol Cearense.
Parte 1
A chegada do futebol no Ceará, o surgimento dos primeiros times, os espaços e a criação de uma associação para organizar o futebol.
Parte 2
A inauguração do Estádio Presidente Vargas, os ídolos e a Era de Ouro do futebol cearense.

História do Usina Ceará: 13:28 - 13:55
Parte 3
Os tempos mais recentes do nosso futebol, a inauguração do Castelão, os ídolos do futebol cearense e sua relação com a torcida e a mídia esportiva.
Correspondência
Olá senhor Paulo Gurgel, bom dia!
Obrigado pelas indicações. Nesse meio tempo em que nos falamos consegui realizar algumas entrevistas. Entre elas, com o senhor Edmar Gurgel, que jogou no Usina Ceará.
Desde já, agradeço pelas intenções tão prestativas.
Muito obrigado!!!
Pedro Paulo Martins, pelo Gmail